Uma condenação com provas e fatos!

Postado por: Dilerman Zanchet

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“O que preocupa não é o grito dos sem ética, dos sem caráter, dos corruptos, dos sem vergonha. O que preocupa é o silêncio dos bons”. (Marise Valéria dos Santos).  

Discutir o resultado do julgamento de Luís Inácio no STF4 é chover no molhado. Não vai mudar os votos inteligentes dos desembargadores, não vai causar menos revolta nos idiotizados da esquerda e tampouco fará diferença à direita. O que discutiremos são algumas ações, dignas de mostrar ao leitor quem é quem na esfera desta imensa podridão que se chama política, em se relacionando aos dias atuais e aos personagens que compõe este cenário.

Difícil entender que tenhamos, em pleno século 21, pessoas que ainda não enxerguem um palmo além de seus olhos, mesmo não tendo deficiência visual. “O pior cego é o que não quer ver”, diz o ditado, e não mudo sequer uma letra disso, ao me referir a tudo o que vi e li nas redes sociais, programas televisivos, comentários de renomados “intelectuais” que só o são por que alguém os elevou ao fato.

Temos, aqui e em outros lugares, os filósofos (?) de plantão que só enxergam o que querem. E o que querem destoa do que a grande maioria do povo brasileiro quer. A eles, que saquearam o país enquanto muita gente descente trabalhou e ainda o faz, nossa ignorância.

Nas sentenças dos desembargadores, a certeza de que temos, ainda, luz ao final do túnel. Passamos a acreditar (ainda bem que isso foi no Rio Grande, mostrando ao Brasil que o gaúcho não se dobra aos gritos e ameaças), que este país tem jeito. E que nós, os de bota e bombachas, ainda temos brio, ética e moral.

Respeitando a decência de cada leitor deste portal, selecionei algumas postagens feitas para que tenhamos ideia do que acontece. Repito: só não vê quem não quer.

Gabriel Tebaldi, graduado em História pela UFES (hã?), diz que “... Nunca entre num lugar de onde tão poucos conseguiram sair”, alertou Adam Smith. “A consciência tranquila ri-se das mentiras da fama”, cravou o romano Ovídio. “Corrupção é o bom negócio para o qual não me chamaram”, ensinou o Barão de Itararé.

E na contramão de todos está alguém que abriu mão de si mesmo pelo poder. Lula construiu uma história de vida capaz de arrastar emoções e o levar à presidência. Agora, de modo desprezível, o mesmo Lula destrói-se por completo.

Não é preciso resgatar o tríplex, o sítio ou os R$ 30 milhões em “palestras” para atestar a derrocada do ex-presidente. Basta tão somente reparar a figura pitoresca na qual Lula se tornou.

O operário milionário sempre esbanjou o apoio popular e tomou para si o mérito de salvar o país da miséria. Contudo, junto disso, entregou-se aos afetos das maiores empreiteiras, não viu mal em lotear a máquina pública, nem se constrangeu em liderar uma verdadeira organização criminosa.

Sem hesitar, brincou com os sonhos do povo e fez de seu filho, ex-faxineiro de zoológico, um megaempresário. Aceitou financiamentos regados a corrupção, fez festa junina pra magnatas e mentiu, mentiu e mentiu. “O resultado, enfim, chegou: ao abrir mão de si mesmo, Lula perdeu o povo...”.

Em outro texto, Joaquim Falcão, professor de Direito da FGV, deixa claro – aos que criticam, criticaram ou ainda o farão – a postura dos desembargadores: “Não há competição pessoal ou ideológica entre eles. Nem elogios recíprocos. Cada um é si próprio. Não há troca de críticas veladas, ou aplausos desnecessários. Ou insinuações jogadas no ar. Mais ainda: não há exibicionismo.

Não querem mostrar cultura. Não discutem com jargões jurídicos. Não se valem de doutrinas exóticas plantadas e nascidas no além mar. Não é preciso, embora seja legitimo e, às vezes, indispensável buscar amparo em autores ou abstrações estrangeiras. Em geral ultrapassados”.

“A argumentação é toda fundamentada nos fatos. Vistos e provados. Não se baseia apenas em testemunhos ou denúncias. Fundamentam seu raciocínio no senso comum que emanam dos fatos. Provas materiais. Ou como diria Ulysses Guimaraes: com base em suas excelências, os fatos. Que de tão evidentes e intensamente descritos não deixam margem a qualquer dúvida razoável...”. Finaliza o artigo afirmando que “uma nova geração (de magistrados) pede passagem”.

Já L.F. Veríssimo (outro comuna da mesma linha de pensamento), no mesmo dia em que publicou uma frase de um blogueiro americano da esquerda, questionando a idoneidade dos julgadores, foi rebatido na mesma edição e data do mesmo jornal, por uma colega, explicando que o jornalista do New York Times já havia sido desmascarado. Que azar do comunista.

Não é preciso ser intelectual, coxinha, fascista, letrado, para entender o que está na cara. Para saber o que foi escrito em dois contratos (um com assinatura e outro não). Para entender as testemunhas. O enriquecimento ilícito, etc. Afinal, de quem eles querem que seja o apartamento?

Ainda sobre o pós-julgamento, entenda-se que o pedido de apreensão do passaporte foi uma medida cautelar. Pela cautela de termos um condenado fugitivo. Ha sim... claro, o juiz também é da direita.

E ainda, para não dizer que não falei de flores, lembro-me das declarações da tal Gleissi e do outro anarquista, aquele que foi cara pintada, tal de Lindbergh, que invoca o desrespeito às leis, à ordem e à Constituição, pelo benefício de si próprio e de seus asseclas. Idem ao Stédile, cutistas e demais desocupados.

E tem a intelectual, exemplo para alguns “seguidores”, espelhada pelos que gostam de chamar os que pensam de “fascistas”, chamada Marcia. Aquela mesma que negou-se a debater com um opositor de suas ideias em uma rádio de Porto Alegre. Retirou-se do estúdio, após dar o rosto para um beijo, chamando seu “oponente” de indecente e perigoso.

Querem mais?

Não!

Chega!

O Brasil demonstrou, através da sentença proferida pelos desembargadores, que quer moral. Quer seriedade. Quer honestidade!

Que Sérgio Moro e o STF continuem seus trabalhos e estaremos aplaudindo aqui quando saírem as sentenças dos demais, para o bem do país. Quero julgados e condenados peemedebistas, petistas, pedetistas, pepebistas e todos os “istas” que se apropriaram do dinheiro alheio. E quero todos na cadeia. Não sem antes devolverem o que roubaram.

Já sei: A turma do mimimi está chegando em 3, 2...

* A Fundação Cultural Planalto de Passo Fundo salienta que o texto reflete a opinião de seu autor.

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