Bases científicas para interpretar as vibrações

Compartilhe

Uma constatação da Ciência Quântica, amplamente aceita no meio científico, é que os átomos são compostos de onda e corpúsculo ou de energia e matéria.  No entanto, a história do conceito de átomo deve ser assimilada, pois com a evolução da ciência, a noção inicial de menor parte de um elemento, considerado indivisível, mudou com o desenvolvimento da teoria atómica. Nessa evolução é relevante perceber as funções das partículas e das ondas que compõem um átomo, bem como as combinações atômicas que constituem as moléculas, como por exemplo a molécula da água que é formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio (H2O). Portanto, tudo que existe decorre das vibrações, dos movimentos entre uma base material (partícula ou corpúsculo) e uma base imaterial (onda ou energia).

As explicações para o comportamento e para a realidade, pressupõem a capacidade de reconhecer a evolução científica, simbolizada na dualidade entre onda-partícula, onda-corpúsculo ou energia-matéria, que constitui a propriedade básica dos entes físicos em suas menores dimensões.  Nesse reconhecimento, os estudos quânticos se apresentam como uma ferramenta para identificar a capacidade dos entes subatômicos se comporem sob as propriedades de partículas e de ondas. Desse modo, todos os átomos são matéria e energia, sendo que a diferença entre as duas é a densidade, pois há uma parte deles mais densa, que vibra com menos velocidade, enquanto que há uma parte em movimento, mais rápido. 

A ciência comprovou, no início do século XX que, por mais sólido que pareçam, seja uma pedra ou um corpo humano, os objetos vibram. Isso é uma novidade no campo científico, especialmente para a ciência de cunho empirista e materialista. No entanto, na teoria e na cultura, essa constatação foi expressa por filósofos e sábios, antes da comprovação, feita pela ciência contemporânea. O sol, por exemplo, exerce influência física sobre os seres humanos, mesmo estando a milhões de quilômetros de distância.  No entanto, os raios solares são energia enviada da gigantesca estrela solar, ou seja, ondas, vibrações que chegam até a pele, fazendo mudar de cor, injetando vitamina D, que é indispensável para o bom funcionamento do organismo e, em muitos casos, causando doenças como o câncer.

Antes do surgimento da ciência moderna, em especial da psicologia, já era afirmado que os sentimentos, as emoções, os pensamentos, as palavras, os gestos, emitem vibrações. Nada é estático no universo, nem o próprio universo. Esse tipo de vocabulário já era utilizado há muito tempo, mesmo que, muitas vezes, sem consciência de que realmente há um sentido científico por trás disso. Em sintonia com o reconhecido pensador Frances, Edgar Morin, o princípio da incerteza é um dos sete saberes necessários para educação do futuro. A única coisa certa no universo é que ele muda.  Essa é uma boa interpretação para o princípio defendido por Heráclito (535 a.C. - 475 a.C.) quando afirmou que “não nos banhamos duas vezes no mesmo rio”. Tudo está em movimento, conectando-se pela constante emissão de ondas. Desse modo, a afirmação de que, uma pessoa serena, amorosa e autoconfiante emite ondas leves e agradáveis, enquanto que uma pessoa nervosa, rancorosa e medrosa é fonte de vibrações pesadas e desagradáveis, não é apenas apoiada no senso comum.

Leia Também Semana Farroupilha Imitando Herodes Gaúcho volta com saldo positivo de Soledade Selvageria nas ruas de Passo Fundo