Transtorno explosivo intermitente: frustração que gera agressividade

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Durante o programa Frente a Frente, Neuro Zambam conversou com a psicóloga Caroline Garcia Silva, sobre o Transtorno Explosivo Intermitente (TEI).
Caroline trabalhou durante 20 anos com psicologia organizacional em parceria com a clínica. Há três anos, realiza seu trabalho voltado à psicologia para adolescentes em conflito com a lei e também, é uma das colunistas do Portal rdplanalto.com.
Falou sobre seu artigo publicado, referente ao assunto tema do debate e disse que a ideia para abordar o tema surgiu quando presenciou pessoas se xingando e gritando, em frente ao seu consultório, devido ao caos no trânsito.
Definiu resumidamente este tipo de transtorno como uma explosão de raiva, medo, frustração e tristeza incontrolável, o que resulta em ações negativas, como agressões físicas. ‘’A raiva, quando ela acontece em um grau mais elevado, consideramos como transtorno.” disse a psicóloga.
Ocorrem diversas consequências deste transtorno em várias áreas, como no ambiente de trabalho, em uma situação onde, por exemplo, o profissional não consegue desempenhar alguma tarefa de forma eficiente e é cobrado por isso, ou com ’fantasias’’, que aumentam o sofrimento, como o medo de não ser bom o suficiente.
Diversos outros transtornos como o antissocial, psicótico e maníaco podem anteceder o diagnóstico de transtorno explosivo intermitente.
Muitas pessoas confundem o TEI com o transtorno bipolar, que é caracterizado em duas partes, a depressiva e a maníaca, porém a bipolaridade não é tão agressiva quanto, se comparada.
A pessoa pode ser diagnosticada através de consultas com neurologistas ou psiquiatras e após isso, é encaminhada para tratamento com psicólogos juntamente de remédios indicados.

Leia o artigo “Trantorno Explosivo Intermitente” entre outros, de Caroline Garcia Silva, em nosso Portal CLICANDO AQUI.

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Texto por Gabriela Soldá


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