Indústria brasileira teme guerra comercial do aço com EUA

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Com a decisão dos Estados Unidos de sobretaxar as exportações de aço e alumínio em 25% e 10%, respectivamente, a indústria brasileira teme perder espaço não só no país norte-americano, mas também no próprio mercado interno. Representantes das principais indústrias siderúrgicas avaliam que os demais países afetados pela medida buscarão destinar suas vendas a outros consumidores, o que resultará numa forte pressão comercial sobre as empresas que produzem e empregam no Brasil.
São dois problemas a partir dessa decisão. O primeiro é perder o principal mercado de exportação [EUA], e o segundo é que aquele aço russo, coreano, japonês, chinês que vai buscar outros mercados, e a indústria local será alvo [de concorrência]”, avalia Alexandre Lyra, presidente do conselho diretor do Instituto Aço Brasil, que reúne as principais empresas do setor.
Com a decisão dos Estados Unidos de sobretaxar as exportações de aço e alumínio em 25% e 10%, respectivamente, a indústria brasileira teme perder espaço não só no país norte-americano, mas também no próprio mercado interno. Representantes das principais indústrias siderúrgicas avaliam que os demais países afetados pela medida buscarão destinar suas vendas a outros consumidores, o que resultará numa forte pressão comercial sobre as empresas que produzem e empregam no Brasil.
São dois problemas a partir dessa decisão. O primeiro é perder o principal mercado de exportação [EUA], e o segundo é que aquele aço russo, coreano, japonês, chinês que vai buscar outros mercados, e a indústria local será alvo [de concorrência]”, avalia Alexandre Lyra, presidente do conselho diretor do Instituto Aço Brasil, que reúne as principais empresas do setor.

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*com informações Revista Veja

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