Cai a noite e crescem os desocupados nas ruas das cidades

Postado por: Ronaldo Rosa

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Um problema social que afeta as médias e grandes cidades do país, vem se notabilizando e trazendo uma série de transtornos. Falo dos chamados “guardadores de veículos”. Simplesmente nas imediações de grandes estabelecimentos da cidade, como bares, boates e restaurantes e também nas proximidades de clubes, onde acontecem eventos como casamentos, aniversários e formaturas, pessoas, sem a mínima identificação delimitam o território, que é público e passam a cobrar, para “cuidar do seu carro”. O sol nasce para todo mundo e sabemos que tem muita gente responsável e até conhecida na cidade, que sobrevive deste bico, porém tem muitos guardadores, que representam um risco para o público, são drogados, bêbados e até foragidos da justiça, que cobram de 10 a 20 reais, para cuidar do carro, um verdadeiro absurdo. Muitas vezes sem o consentimento e sem a autorização da empresa que atraiu o público. As pessoas podem não pagar, mas correm o risco de encontrar o seu carro com algum dano na volta, o risco na lataria é o principal. É preciso aumentar a fiscalização desta atividade e regulamentar, inclusive com a participação da polícia, através da Brigada Militar, que tem atribuição de fazer o policiamento preventivo. Engraçado que você paga para alguém cuidar do seu carro na rua, mas normalmente na volta não se encontra mais o guardador, ou seja, muitos recebem e depois se mandam, a maioria para comprar drogas e ninguém fica cuidando nada, não tem segurança e nem garantia este pagamento.

 

CMP pressiona professores a fazer greve

Eu defendo que professor, público ou privado, tem que ganhar bem, para se qualificar, capacitar e transmitir este conhecimento para os alunos. É uma das profissões mais importantes da sociedade e dela dependem praticamente todas as demais, por isso o meu respeito e carinho à tão nobre atividade. Porém, a informação é de que poderemos ter uma greve neste início de ano, aqui em específico me refiro aos professores municipais, liderados por um Centro, que nem sindicato não é ainda, que está mais preocupado em defender bandeiras políticas e ideológicas, do que o verdadeiro interesse da categoria. Esses que se dizem líderes da categoria iludem as pessoas, que os cofres públicos não têm fundo e que se não ganharem é porque o gestor não quer pagar, por pura maldade. Isso é uma irresponsabilidade, não só de exigir o que não se pode pagar no momento, por motivos óbvios das dificuldades econômicas, como também por pressionar a categoria a entrar em greve, o que irá prejudicar também os pais e os alunos. A verdade é que apesar da pressão desses, políticos profissionais, muitos professores entendem que a saída não é fazer greve, pelo contrário a própria categoria será penalizada, se esta for à decisão. Então, deixo aqui um apelo aos professores municipais, não façam greve, não sigam discursos políticos e a opinião de quem enxerga apenas um lado da moeda.

 

Dizem por aí... Que tem um grande empresário da construção civil de Passo Fundo que decidiu foragir por conta, mesmo que não mandado de prisão contra ele. Será verdade?

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