Basta educação para superar as diferenças

Postado por: Ronaldo Rosa

Compartilhe

Vivemos um mundo globalizado, aonde cada vez mais a influência cultural de outros pontos do mundo chegam até nós, da noite para o dia. As redes sociais, a internet, os poderosos meios de comunicação tornam as coisas muito próximas, em fração de segundos. Hoje discutimos muito sobre preconceito, quer seja pela cor do cidadão, pela sua classe social, pela sua orientação sexual e tantas outras situações, que ganharam espaço desproporcional na sociedade, graças à proliferação de discussões polêmicas no mundo virtual. Tudo isso seria desnecessário, se houvesse mais educação e respeito entre as pessoas. Educação quem vem de casa, mas que passa pela escola também, no entanto muitos pais não cumprem o seu papel, assim como muitos professores, que deveriam dar exemplo de educação, mas fazem o contrário. A questão dos direito humanos engloba tudo isto e bastaria trabalhar esta questão, com responsabilidade e seu puxar para ideologia partidária nenhuma, que as relações seriam mais amistosas.

                                                     

Negros e pobres são os mais assassinados no Brasil

Um exemplo do que comentei no tópico anterior é o número de homicídios no Brasil. Aqui morre mais gente assassinada e no trânsito do que nos países em guerra. Entre as vítimas da violência urbana, a maioria é jovens, negros e pobres, mais uma prova do preconceito arraigado na história do Brasil. Inclusive a própria policia quando se depara com suspeito de cor negra, tem sido mais enérgica e, mesmo sem saber que se trata realmente de bandido, está matando. Para tanto, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Congresso aprovou nesta quarta-feira (28) o projeto que institui o Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens. Novas penas e políticas públicas para tentar coibir um problema que tem na sua origem falha na educação e no racismo.

 

Funcionalismo municipal em greve

A Prefeitura de Passo Fundo, como a maioria delas pelo Brasil, tem um grande desafio neste início de ano, que é superar as negociações do reajuste dos seus servidores. Aqui na nossa cidade, além de não ter caixa suficiente para atender as reivindicações, tem a questão legal, pois mesmo que o município quisesse, não conseguiria dar um aumento considerável, por estar já no limite de gastos com servidores, caracterizado, portanto, uma improbidade administrativa, que fatalmente seria apontada pelo Tribunal de Contas. Para o sindicato a proposta que seria a solução é fazer greve, porém, esta iniciativa na resolve nada, a questão é falta de dinheiro e possibilidade legal. Assim a população, que depende dos serviços públicos sairá prejudica e claro os servidores também, que além de não ganhar o que esperam, deverão ter o seu ponto cortado. Ou seja, greve não é a saída, é preciso repensar esta decisão.

 

Dizem por aí... Que os professores não irão aderir à greve proposta pelo sindicato, para não terem os descontos dos dias paralisados. Será verdade?

Leia Também Golpe Jurídico sendo colocado em prática Selvageria nas ruas de Passo Fundo Temos muitos “Adélios” andando por aí! Maioria dos eleitores é contra misturar religião com política