Desconfiança total no trânsito

Postado por: Ronaldo Rosa

Compartilhe

No programa Frente e Verso de sábado, ficou escancarado que tanto motoristas, como pedestres, estão descrentes com relação à segurança no trânsito e grande parte dos medos é por pura falta de respeito, uns com os outros e com a sinalização. Os motoristas estão cada vez mais desatentos e irresponsáveis, Faixa de segurança não existe, a seta colocada pelas fábricas nos veículos, para dar sinal numa manobra, é um acessório pouco lembrado e andar no limite de velocidade, só onde tem pardal, lombadas eletrônicas ou um agente de trânsito. Infelizmente isso serve para a maioria dos condutores, mas claro que temos exceções, pessoas educadas que realizam gentilezas no trânsito diariamente, que dão preferência para os pedestres e para o transporte coletivo. Sobre os pedestres também é importante ressaltar que a atenção salva vidas, pois muitos caminham com celular na mão, por exemplo, invadem a frente dos veículos e pensam que os atropelamentos em cima da faixa de segurança não matam. Mesmo que o pedestre tenha direito a prioridade, tem que lembrar que contra um carro o seu corpo é mais frágil e mesmo com a razão não pode se achar o dono da rua, como muitos agem.

 

Tragédias anunciadas no feriadão

É impressionante como é liquido e certo que, em qualquer feriado, vamos ter mortes trágicas no trânsito. É triste ver famílias perdendo a vida e principalmente crianças entre as vítimas fatais. Há muito, feriado virou sinônimo de mortes no trânsito, por isso não aconselho ninguém a viajar nesses períodos, mas, às vezes, é a oportunidade que se tem então as pessoas aproveitam, mas aquilo que era para ser um lazer, descanso, satisfação, virou mais uma estatística negativa.

 

Foco político em negociações inviabiliza acordo

Uma pena que as negociações entre servidores municipais e o executivo tenham como foco interesses políticos e não de resolver o impasse, através de uma negociação de nível. Os professores que é a maioria dos servidores estão divididos entre um sindicato, que oficialmente representa todos e um conselho que quer se impor, com intransigência e muito nervosismo. Enquanto isso, os pais estão sendo os mais prejudicados, pois algumas escolas, a minoria é verdade, paralisaram suas atividades e as famílias estão tendo que se virar com as crianças. Tem pais até perdendo o emprego, por causa de greve. É justo brigar pelos seus direitos, mas será que é justo não se preocupar com as consequências e os prejuízos para quem precisa da prestação do serviço?

 

Dizem por aí... Que se o conselho, que representa os professores municipais, não fosse tão político e intransigente, não teria sido necessária uma paralisação da categoria. Será verdade?

Leia Também Curiosidades sobre o Fusca Como fica o Congresso após a aprovação da Reforma da Previdência? Com sapato ou sem sapato O bom samaritano