País tem 16 pré-candidatos à presidência da República

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A exatos seis meses da eleição presidencial deste ano, pelo menos 16 nomes já se colocaram publicamente na disputa. Os partidos devem anunciar os pré-candidatos até o início de agosto, quando termina o prazo para cada legenda definir as candidaturas nas convenções.

Dentre os concorrentes ao pleito, há ex-presidentes, senadores, deputados, ex-ministros e até um ex-ministro do Supremo Tribunal Federal.

Veja a relação:

Aldo Rebelo (Solidariedade) - ex-ministro e ex-presidente da Câmara dos Deputados, 62

Álvaro Dias (Podemos) – senador, 73

Ciro Gomes (PDT) – ex-governador do Ceará, ex-ministro, 60

Fernando Collor (PTC) – senador e ex-presidente da República, 68

Flávio Rocha (PRB) – empresário, presidente das Lojas Riachuelo, 60

Geraldo Alckmin (PSDB) - governador de São Paulo, 65

Guilherme Boulos (PSol) – líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), 35

Jair Bolsonaro (PSL), deputado federal, 62

João Amoêdo (Novo) - executivo do mercado financeiro, 55

José Maria Eymael (PSDC) – advogado, 78

Levy Fidelix (PRTB) – apresentador de televisão, professor universitário e publicitário, 66

Manuela D’Ávila (PCdoB) - deputada estadual do Rio Grande do Sul, ex-deputada federal, 37

Marina Silva (Rede Sustentabilidade) – ex-senadora e ex-ministra, 60

Paulo Rabello de Castro (PSC) – ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), 69

Rodrigo Maia (DEM) – presidente da Câmara dos Deputados, 47

Vera Lúcia (PSTU) – sindicalista, 50

MDB

Com a promessa de, pela primeira vez depois de 24 anos, apresentar ao país um candidato à Presidência da República, o MDB ainda não definiu oficialmente como vai formar a chapa para a disputa. Nesta semana, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles se filiou à sigla. No entanto, ao deixar o comando do Ministério da Fazenda, Meirelles não informou a qual cargo pretende concorrer. Mas é cogitado como opção ao lado do presidente Michel Temer, que não descartou a possibilidade de concorrer à reeleição.

PSB

Após a morte do ex-ministro e então presidente nacional do partido, Eduardo Campos, em plena campanha eleitoral de 2014, o PSB passou por dificuldades de identificação e falta de lideranças nos últimos anos. Nessa sexta-feira, porém, a sigla recebeu a filiação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e aposta nele para participar do pleito deste ano.

PT

Depois de ganhar as últimas quatro eleições, o PT anunciou a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas dificilmente vai conseguir lançá-lo à disputa. Lula foi preso no sábado retrasado para cumprimento da pena de 12 anos e 1 mês de prisão. Outros nomes cotados dentro do partido são do ex-governador da Bahia Jaques Wagner e o do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, além de optar por apoiar a candidatura de outro partido da esquerda.

Prazos

De acordo com a legislação, os partidos políticos devem promover convenções nacionais com os filiados, para que oficializem as candidaturas, entre 20 de julho e 5 de agosto. A data final para registro das candidaturas pelos partidos políticos na Justiça Eleitoral é 15 de agosto.


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