Fake News - O perigo da notícia falsa

Postado por: Gilnei Fogliarini da Costa

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A disseminação da internet e das mídias sociais criaram uma nova forma de aproveitadores vislumbrarem uma forma de ludibriarem a sociedade, que de forma ingênua tem cada vez mais se deixado enganar por boatos falsos, e na maioria das vezes acabam por repassar estas notícias sem ao menos conferirem sua fonte e ou veracidade.

O boato produzido por estes “fake news” são verdadeiras desinformações. São personalidades que buscam desacreditar outras pessoas ou instituições. Com títulos sensacionalistas e com um texto forte e intrigante, tem mais chances de ser compartilhada porque, num momento de acentuada polarização ideológica, as pessoas buscam cada vez mais argumentos para justificar seus posicionamentos.

Devido essa ingenuidade, os produtores de notícias falsas têm lucrado grandes cifras nos últimos tempos. A disseminação desses boatos é feita pelas redes sociais, por pessoas, bots e perfis falsos. O Whatsapp tem sido a ferramenta mais problemática das redes sociais quando se fala em desinformação. Quando as mensagens perorrem diretamente entre pessoas, e não num ciberespaço público, não existe um controle dessas mensagens que possa classificar o que é verdadeiro ou não.

Um exemplo tem percorrido por vários dias, a notícia inverídica: “Blits à partir de amanhã, em toda a Cidade, para apreender motos e carros com documentos atrasados e pessoas conduzindo sem CNH, durante duas semanas ou até atingirem a meta, todos os  órgãos de segurança pública estarão envolvidos para arrecadar fundos para o GDF... Até mesmo o Exército vai dar suporte... A meta é apreender 16 mil veículos, para serem gerados 5 milhões de reais em impostos... Fiquem atentos!!! Repassem para todos! Vai ser em todas regiões!!!”

A melhor maneira de combater as notícias falsas é com a verificação da fonte e dos dados. Devemos resguardar a segurança e o respeito pelas informações verídicas e a diferença entre o termo pejorativo “fake news”, que trás consigo um peso crítico, e desinformação e notícias falsas.

*A Fundação Cultural Planalto de Passo Fundo salienta que o texto reflete a opinião de seu autor.

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