Dia das Mães: lojistas esperam alta no movimento

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Levantamento realizado pela AGV indica que mais de 80% dos gaúchos irão presentear na data

A velha história de que os brasileiros deixam as compras para a última hora deve se confirmar mais uma vez no Rio Grande do Sul. Um levantamento realizado pela Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV) confirma a expectativa de aumento nas vendas na semana que antecede o Dia das Mães. De acordo com o levantamento, na segunda data mais importante para o varejo, 86,2% dos gaúchos afirmam que comprarão presente para as mães.
Destes, 32,3% não se preocupam tanto com o valor e escolhem o que mais tem ‘a cara dela’, 23,1% dos entrevistados contam que conhecem tanto a presenteada que sempre sabem o que comprar. Por outro lado, 18,5% dos entrevistados já saem de casa sabendo quanto vão gastar.
Para a presidente Carina Sobiesiak, a CDL Passo Fundo está otimista com o Dia das Mães. Segundo ela, a data, que será comemorada no dia 13 de maio, deve representar crescimento médio de cerca de 9% nas vendas em relação ao ano passado.
Na comparação com abril deste ano, o incremento deve ser de 5%. Entre os segmentos mais procurados, para Carina, estão confecções, calçados, perfumaria, cosméticos, móveis e eletroeletrônicos. O
 crescimento nas vendas também é esperado pela AGV. “As vendas das coleções de outono/inverno ainda estão em ritmo lento. Porém, a busca por presentes para as mães deve mudar este cenário, apontando para uma alta entre 4% e 6%”, comentou o presidente, Ricardo Diedrich.
Para ele, o Dia das Mães segue sendo a segunda data mais importante para o varejo, ficando atrás apenas do Natal. “É muito difícil os filhos deixarem a data passar em branco, sem ao menos comprar uma lembrancinha. Com o passar dos anos, notamos que o ticket médio reduziu um pouco, mas o volume de vendas segue sendo o vice-campeão do ano”, acrescenta.
Ainda segundo o levantamento, o campeão de intenções de compra são produtos para uso pessoal (71,9%), mas também tem aqueles filhos (15,6%) que preferem comprar algo que a mãe não compraria, mas que com certeza ela iria gostar. Os filhos mais criativos (10,9%) contaram que o presente deverá ser personalizado.

 Foto Eduarda Perin/CDL

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