Grupo especial vai monitorar ação de milícias nas eleições

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O ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou hoje (11) que a influência das milícias vai “se perpetuar” nas eleições. Porém, ele avisou que há um grupo especial formado por integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da Polícia Federal, das Forças Armadas e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para identificar a ação dos milicianos.

Jungman concedeu entrevista à rádio Jovem Pan. Segundo ele, ações semelhantes deverão ser tomadas contra o crime organizado que atua com o tráfico de drogas e armas no país.

"É o que eu dizia na época [do decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro, em fevereiro] e repito até hoje: que estão sob o controle do tráfico e do crime organizado. E isso ainda vai se perpetuar por essa eleição", disse.

O ministro disse que o governo prepara medidas para “reduzir e minimizar essa influência [nas eleições] e denunciar aqueles que se possa provar que provêm das milícias ou delas são aliados.”

De acordo com Jungmann, o grupo especial fará uma espécie de “filtro e identificar os que estarão ligados a essas milícias”. A proposta é reunir informações com apoio do TSE e reforçar o monitoramento em áreas identificadas como de risco e sob ameaça.


Fonte: Agência Brasil

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