Prefeito de Planalto é investigado por pedofilia

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Na manhã desta terça-feira, 15, o Ministério Público cumpre três mandados de busca e apreensão em uma investigação sob o prefeito da cidade de Planalto, localizada no norte do Rio Grande do Sul, por estupro de vulnerável.
Segundo as investigações, Antônio Carlos Damin, do (PDT), teria oferecido uma quantia de R$ 1 mil para uma menina de 13 anos, para ter relações sexuais com ele. 
Os mandados, autorizados pela justiça, estão sendo cumpridos no gabinete da autoridade, assim como nas duas casas dele. São cumpridos três mandados de busca e apreensão no gabinete do prefeito e em suas duas residências. A ação é realizada pela Procuradoria de Prefeitos, com apoio do Grupo de Operações Especiais de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Brigada Militar.

Na denúncia, a menina ainda disse que o prefeito mostrou para ela fotos e vídeos de outras jovens nuas, inclusive de pessoas de Planalto, cidade do Norte do Estado. Ele teria ainda tentando molestar a jovem, o que configura crime de estupro de vulnerável.
A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça proibiu que o prefeito entre em contato com a vítima ou os pais dela, além das buscas e apreensões.
Antônio tem que guardar uma distância de 200 metros da família e também está proibido de sair da cidade.
A ação cumprida pelo MP (Ministério Publico) tem objetivo de confirmar existências de outras fotos de meninas, e ainda verificar se ele cometeu o mesmo crime com outras pessoas.

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