Formar novas lideranças, por quê?

Postado por: Isadora Fochi

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O movimento tradicionalista gaúcho forma mais do que tradicionalistas, forma cidadãos e acima disso, lideranças jovens que pensam para um futuro, seja ele próximo ou distante. Quando se fala em lideranças, refere-se a pessoas que tenham a capacidade de “puxar a frente” e de fazer acontecer, quando tendo por objetivo um bem comum. O presidente Nairo gosta de se referir a estas novas lideranças, especialmente aos jovens, que foram o passado, são o presente e representam a continuidade e o futuro do Movimento. Tal apoio para a juventude é muito importante, afinal, dá a estes jovens uma nova visão, horizontal e igualitária da sociedade, o que possibilita uma análise de diferentes parâmetros, e assim, uma ação conjunta e concreta em prol deste movimento.

O Movimento Tradicionalista Gaúcho possibilita que jovens mulheres e homens tenham a oportunidade de bem representar suas entidades, suas cidades, suas regiões, e também, todo o estado. Esta representação e referencia jovial inspira em muitos outros, que por seus motivos não têm contato direto com o meio tradicionalista, a oportunidade de ingressarem nele e descobrirem em si, dons, qualidades e até mesmo um espirito de liderança que não sabiam que tinham. Este espirito de liderança individual é de suma importância, pois ele faz o jovem fazer acontecer e fazer por merecer, sempre agindo de acordo com os princípios morais e éticos e com os valores que o tradicionalismo prega e ensina a seus militantes.

Desta forma, o tradicionalismo não forma somente dançarinos, laçadores, declamadores... mas sim jovens que se doam e, unindo sua energia, a experiência do mais velho, conseguem fazer a diferença. E por conseguinte, perpetuar o tradicionalismo durante o tempo.

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