Ações na Justiça do trabalho caem mais de 40% após reforma trabalhista

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O número de ações abertas na Justiça do Trabalho caiu 1,3 mil para 766 mil uma redução de mais de 40% nos primeiros seis meses da nova Lei Trabalhista.

Um dos principais motivos é a regra que impõe que a parte perdedora tem que arcar com todos os custos do processo, peritos e advogados da empresa.

Antes o reclamante trabalhador podia fazer diversos pedidos até mesmo sem provas e tinha amparo de uma gratuidade judiciária caso perdesse.

Hoje se pleitear algum pedido, esse deve ser bem fundamentado.

A lei é bem recente então há um consenso entre os juízes do trabalho a respeito das decisões. A constitucionalidade de pontos como a cobrança de custos por parte de quem perde a ação é questionada nos Tribunais Superiores.

A mudança já significou uma redução no número de processos à espera de uma decisão.

O resultado é mais rapidez no andamento das ações. Sendo que os julgamentos estão sendo marcados para até 45 dias após a abertura do processo.

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