Esse é o Brasil que nós queremos?

Postado por: Dilerman Zanchet

Compartilhe

Há cerca de um mês sem escrever aos amigos leitores, suscitei a vontade de voltar com palavrões, impropérios, e até quem sabe um tombo, como aqueles do Neymar. Claro que não faria isso, por conta do respeito que tenho aos amigos e amigas que deleitam sua leitura a esse espaço.

Aos fatos: Palocci teve aceitado a sua delação premiada. Detona o partido, detona Zé Dirceu, Lula, Dilma, Gleisi e os demais mandantes do PT. O que acontece? Nada. Absolutamente nada.

Nenhuma pessoa que se diz autoridade toma nenhuma atitude. Condenatória ou não.

No STF, os digníssimos ministros fazem o que querem. Rasgaram a Constituição inúmeras vezes. É um toma lá, dá cá que doido enlouquece.  E ninguém faz nada.

No governo federal (aquele mesmo, eleito há quatro anos, cujo vice assumiu), é um total descontrole de contas, de pagamentos. Mas também de mordomias e dinheiro jogado ao léu. E ninguém faz nada.

E, por conta da greve dos caminhoneiros, o preço do diesel, que deveria baixar quase 0,50 centavos, não aconteceu em 0,35. Que vergonha.

E os aproveitadores estavam lá, com faixas pedindo intervenção militar, como se isso fosse resolver o problema do país.

Há, os esquerdistas de plantão continuam desculpando Maduro, do caos instalado na Venezuela, atribuindo os erros do governo americano. Ou seja, escondendo debaixo do tapete a sua pérfida e incontida mente doutrinada pelos livros escritos por companheiros para companheiros. Não dizem nada com nada, mas para eles são mais que a Bíblia.

Na Copa, o escrete brasileiro vai, aos empurrões. Aliás, não fale em empurrão que o Neymar cai. Um jogador desse nível, ganhando milhões, acontecendo milhões e com um comportamento de guri de vila. Mas de fundo de vila. Daqueles que nem nos mais distantes cafundós se conhecem. Até por que os meninos que saem de vilas para o futebol valorizam isso, sua vida, seu retrospecto e etc. Esse, mal orientado pelos seus marqueteiros, só faz balela. E há quem tenha chorado junto com ele, em frente à tevê.

Pois é.

E a Havan?

Vamos para o quinto mês. A obra deveria estar pronta. O sindicato entravou.

Diz o advogado Zeca Freitas que tudo conspira para que em breve (esse breve pode não ser tão breve), tudo se resolve com um pacto entre as partes.

É como se eu chegasse ao restaurante e dissesse: Eu quero comer. Se você me servir, eu pago.

Esse é o Brasil que queremos?

Leia Também 25º Domingo do Tempo Comum. Municípios devem participar do censo SUAS O político honesto e seu Fusca. Uma incrível história real. Sabedoria