Câncer ginecológico mata cerca de 13 mil mulheres por ano no Brasil

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Ficar atento aos primeiros sintomas, fazer a vacina contra o HPV e exames ginecológicos são algumas das formas de prevenção

Durante o programa Comando Popular desta segunda-feira, Patric Cavalcanti conversou com a oncologista e professora universitária dra. Claudia Schavinski sobre julho ser o mês de conscientização do câncer ginecológico.

O diagnóstico precoce e a vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) são as principais formas de prevenção e de aumento de cura do câncer ginecológico, que abrange o câncer do endométrio, câncer de ovário, câncer do colo do útero, câncer vaginal e câncer de vulva.

Cerca de 13 mil mulheres morrem todos os anos em decorrência desse tipo de câncer. Só no Rio Grande do Sul, quase mil morreram em 2016, conforme dados do DataSUS.

Os cânceres ginecológicos que mais atingem as mulheres são o de colo de útero, o de endométrio e o de ovário. O câncer de colo de útero é o quarto tumor mais frequente na população feminina e o do endométrio (também conhecido como câncer uterino) é o quinto mais comum. Já o câncer de ovário é pouco frequente, mas é o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e o de menor chance de cura.

Claudia recomenda a todas as mulheres, ao menos uma visita por ano, ao ginecologista

“Essa é principal maneira de fazer a detecção precoce de doenças. Mas, alguns sintomas são importantes serem identificados, como sangramento fora do período menstrual, desconforto abdominal, lesões na área genital que não cicatrizam em um período superior há 3 semanas.”  alertou a oncologista sobre os possíveis sintomas.

Ouça a entrevista completa:

  • Drª Claudia Schavinski | Câncer Ginecológico

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