Passo Fundo sedia Jornada Pandorga de Autismo

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A Secretaria Municipal de Saúde, com o apoio da Universidade de Passo Fundo (UPF) e da Associação dos Pais e Amigos dos Autistas de Passo Fundo (AUMA), promove, no dia 29 de setembro, a Jornada Pandorga de Autismo. O evento ocorre das 8h às 12h e das 13h30min às 17h30min, no Centro de Eventos, Campus I. A Jornada é voltada para pais, familiares, estudantes da saúde e educação, professores, monitores de escolas, profissionais da saúde e educação, que poderão conhecer e debater mais sobre o Autismo. 

A formação será ministrada por Heide Kirst e Nelson Kirst, fundadores da Associação Pandorga de São Leopoldo. “Tendo em vista o número crescente de diagnósticos de Transtorno do Espectro Autista em crianças, precisamos entender melhor o funcionamento de uma criança autista, assim como diferentes aspectos do transtorno, para melhorar as possibilidades de intervenção e ajudar as famílias dos autistas a entenderem o TEA e ajudar a criança nas limitações que possam apresentar”, explicou a fonoaudióloga da Secretaria da Saúde, Stéfanie Rozin. 

As inscrições para o evento podem ser feitas aqui (http://www.pandorgaautismo.org/jornadas_autismo/). A taxa de inscrição é de R$ 10,00 e deverá ser paga no dia do evento. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 51-3509-2900 ou 51-99537-1331, ou ainda pelo e-mail pandorga.formacao@terra.com.br.

O que há com o autismo? 
Com o objetivo de informar e debater sobre o Autismo, a Jornada apresentará a temática “O que há com o autismo? – Para ajudar, é preciso compreender”, abordando, entre outras questões, as características, as causas e o Autismo na família e na escola. O conteúdo teórico será exemplificado e ilustrado com referências e relatos de experiências e casos concretos da vida cotidiana de pessoas autistas, seus familiares, cuidadores e educadores. 

Pandorga
A Pandorga teve início em 1995, na cidade de São Leopoldo, com o auxílio de uma educadora auxiliar, que acolheu duas crianças autistas em dependências anexas de sua própria casa. O lugar foi tomando a forma de um centro de convivência. À medida que se tornava conhecida a existência de uma instituição que atendia especificamente a crianças com autismo e psicose graves, o número de pedidos por uma vaga ia aumentando. Atualmente, a entidade promove atividades de apoio às famílias, de consultoria externa a indivíduos, famílias e entidades, por meio de seminários, cursos e publicações, contribuindo para a formação de redes e de luta pela efetivação de direitos da pessoa com espectro autista. 


Foto: Reprodução 

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