População quer mais humanização no atendimento médico

Postado por: Ronaldo Rosa

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População quer mais humanização no atendimento médico

Com a saída dos médicos de Cuba, do programa “Mais Médicos”, do Governo Federal, o atendimento na área da saúde que sempre está em evidência, ficou ainda mais. O número de profissionais médicos inscritos no programa, após o recente edital que foi lançado, surpreende, entretanto é preciso ter calma para saber se na prática isso vai se confirmar mesmo e se os médicos irão aceitar ir e permanecer para as regiões que forem designados. Claro que temos bons médicos brasileiros, pessoas que se importam com o próximo, são educadas e atenciosas, mas o que mais se ouve é que os nossos médicos não olham para o paciente, são mal humorados e com pouca paciência. O que a população quer e que pelo jeito tinha com os médicos de Cuba, é uma atendimento mais humanizado, que trata a pessoa como gente e não como qualquer coisa. Os médicos brasileiros precisam melhorar muito neste aspecto.

 

A farra dos caminhões pesados pelo centro

Embora tenha lei na cidade estipulando o horário que caminhões pesados podem transitar pelas vias principais, na prática os critérios não são observados. O que se vê é caminhões transitando livremente, em qualquer horário e não só os que vêm de outras cidades, mas de empresas daqui também. A Guarda de Trânsito não consegue fiscalizar tudo, então o que deveria acontecer é um respeito, organização, planejamento maior dos envolvidos. Ainda que esse tráfego de caminhões esteja trazendo apenas danos materiais, é bom prevenir antes que acidentes de trânsito graves e com lesões sejam registrados.

 

“Uma coisa, não tem nada a ver com a outra”.

O debate sobre a questão de gênero, na Câmara de Vereadores foi desvirtuado. O fato da maioria dos vereadores ter barrado esse tema nas escolas, não quer dizer que esses mesmos vereadores, como eu, seja contra gays, lésbicas, homossexuais etc... Cada um cuida da sua vida e faz o que quer em termos de sexualidade. O que não se pode admitir é que terceiros e estranhos ao ambiente familiar, interfiram na orientação as crianças e jovens, apenas isso. Respeito à opinião contrária, mas estou com a maioria.

 

Dizem por aí... Que a retirada do termo gênero, ou a especificação que se trata de masculino e feminino, fez muita gente perder a graça com o Plano Municipal de Educação. Será verdade?

 

 

 

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