Centro de Diagnóstico do HSVP oferece Teste da Orelhinha

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O exame de Emissões Otoacústicas Transientes, mais conhecido por Teste da Orelhinha é um dos testes de triagem realizados em recém-nascidos, com objetivo de detectar precocemente perdas auditivas. Fundamental para detecção precoce de problemas com a saúde do bebê deve ser realizado nas primeiras 48 horas de vida do bebê. O Serviço de Fonoaudiologia do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) de Passo Fundo, disponibiliza o exame na Maternidade, no Ambulatório do SUS e agora também passa a disponibilizar o teste para convênios e particular no Centro de Diagnóstico II.  

Na Maternidade o exame é realizado diariamente. Os atendimentos no Ambulatório de Especialidades do SUS acontecem nas quintas-feiras à tarde, mediante agendamento antecipado com apresentação de encaminhamento fornecido na maternidade e carteira de vacinação do bebê. Já no Centro de Diagnóstico II, o exame é realizado nas segundas e terças-feiras à tarde. Em caso de convênio, será necessária a apresentação da guia do convênio e carteira de vacinação da criança no dia do atendimento. Em caso de reteste – quando o bebê falha no exame na maternidade e precisa repetir – o retorno será gratuito em até 30 dias de vida do bebê.

Outro serviço disponibilizado no Centro de Diagnóstico II é o exame BERA-triagem, nas quartas-feiras à tarde. Os exames serão realizados mediante agendamento pelo telefone (54) 3316-4020 ou WhatsApp (54) 99988-3307.  O Centro de Diagnóstico II está localizado na Rua Teixeira Soares, 808, no 3º andar.

O que é o Teste da Orelhinha?

Conforme a fonoaudióloga do HSVP, Laura Giacometti, o desenvolvimento auditivo segue etapas graduais de complexidade, tendo início na vida intrauterina. Assim, para que uma criança adquira a linguagem e desenvolva sua fala, deve ser capaz de detectar sons, localizá-los, discriminá-los, memorizá-los, reconhecê-los e finalmente compreendê-los. “O Teste da Orelhinha faz-se necessário ainda no primeiro mês de vida da criança para identificação precoce de deficiência auditiva”.

Já o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico Automático (PEATE-A), popularmente conhecido como BERA-triagem é um exame indicado para detecção da perda auditiva em neonatos com indicadores de risco para deficiência auditiva (IRDA), já que este grupo de bebês tem maior prevalência de perdas auditivas retro-cocleares que não são identificadas com o exame teste da orelhinha. Também é recomendado realizar nos bebês sem indicadores de risco, mas que falharam no teste da orelhinha para investigação. “Os indicadores de risco são: permanência em UTI por mais de 5 dias; permanência em VM; exposição a medicação ototóxica (ampicilina, tobramicina, gentamicina) ou diuréticos de repetição (furosemida/Lasix); hiperbilirrubinemia que exija exsanguíneo transfusão; citomegalovírus (CMV); rubéola; sífilis (VDRL); toxoplasmose; anomalias craniofaciais; Síndromes associadas com perda auditiva progressiva como: neurofibromatose, osteopetrose, Síndrome de Usher; outras síndromes; Meningite viral ou bacteriana pós natais; Trauma craniano envolvendo osso temporal e Quimioterapia”.

 (Foto: Assessoria de Comunicação HSVP/Caroline Silvestro)

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