Placas veiculares padrão Mercosul

Postado por: Gilnei Fogliarini da Costa

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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) implantou no país as placas padrão Mercosul. A mudança foi anunciada em 2014, deveria ter entrado em vigor em janeiro de 2016, foi adiada para 2017 e depois por tempo indeterminado. Em dezembro do ano passado passou a ser exigido no Rio Grande do Sul, para veículos e motos novos, que fizerem transferência de município ou de propriedade, em mudança de categoria e outros casos que exigem substituição (perdas, furtos e avarias).

Já em vigor com algumas empresas autorizadas para comercializar tais placas, e alguns veículos já emplacados no estado, o Contran determinou novo prazo para os estados e o Distrito Federal se adequarem, eles têm até 30 de junho de 2019 inserirem o novo padrão.

Segundo especialistas um dos objetivos da adoção do novo modelo de placas é coibir o furto e roubo de veículos, bem como a circulação de veículos com restrições entre as fronteiras. Assim há a expectativa da diminuição da circulação de veículos em situações irregulares ou com restrições.

Mas para conter o fluxo de veículos irregulares ou com restrições entre os países é preciso haver uma integração entre os órgãos de segurança pública e, também, das repartições aduaneiras e dos órgãos de controle de fronteira.

Fora isso, estes novos modelos só vieram para dificultar o a vida dos proprietários e o trabalho na segurança pública. Digo isso, pois, é claro e notório que este novo modelo apresenta muitas divergências, uma delas é a difícil visualização dos caracteres, a cor e o material que são feitas as placas dificultam a identificação e memorização das mesmas, o que atrapalha no momento de necessidade para identificar um veículo que foge de um acidente ou de uma tentativa de abordagem. Outro fator é a letra colocada entre números, o que dificulta ainda mais esta identificação, o correto seria posicionar letras e números separados para melhor visualização.

Ademais, a retirada da identificação do município dificulta, e muito, a identificação de veículos suspeitos que circulam em locais diversos de sua área. A identificação do local de propriedade daquele veículo facilitava, à primeira vista, uma possível ameaça, o que torna facilitador para os delinquentes andarem pelos mais diversos locais sem serem notados.

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