Preso nos EUA, ex-presidente da CBF limpa até o chão da cela

Compartilhe

Acostumado com o conforto do seu apartamento de 600 metros quadrados nos Jardins, zona nobre de São Paulo, e com hotéis luxuosos, o ex-presidente da CBF José Maria Marin tem convivido com uma realidade bem diferente na penitenciária federal de Allenwood, nos Estados Unidos. Transferido em outubro da Metropolitan Detention Center, cadeia no Brooklyn, em Nova York, onde passou dez meses, para o presídio de segurança baixa localizado em uma pequena cidade no interior do estado da Pensilvânia, o ex-cartola passou a ter acesso a serviços como biblioteca e programas educativos, mas continua submetido a uma rígida rotina imposta pelos agentes do sistema prisional norte-americano.

Aos 86 anos, Marin ganhou o direito de deixar a Metropolitan Detention Center - chamada por advogados de "depósito humano" por causa da condições dadas os presos - devido principalmente à idade avançada e por não oferecer risco de fuga. Isso, no entanto, não significa que em Allenwood ele tenha privilégios.

Em Allenwood, Marin acorda todas os dias às 5h da manhã, quando os agentes penitenciários passam nas celas para fazer a contagem dos presos. A partir das 6h, o café da manhã começa a ser servido. Quem não acordar no horário estipulado ou não deixar a cela "de forma organizada" está sujeito a medidas disciplinares

A cama tem de estar arrumada com lençol, cobertor e travesseiro até 7h30, no máximo. Às 10h, o ex-presidente da CBF tem de ficar "quieto" e em pé dentro da cela, para uma nova contagem dos presos. Às 10h45, vai para o almoço. Às 16h, mais uma vez Marin tem de estar em pé na cela para outra conferência de detentos. Na sequência, vem o jantar.



Fonte: Jornal Meia Hora/RJ

Leia Também Passo Fundo Futsal retoma caminhada em noite de homenagens a Radaeli Equipe de patinação conquista mais 32 pódios em dois campeonatos Planalto News acompanha hoje a volta do PF Futsal Reinaugurada sede da Associação dos Subtenentes, Tenentes e Sargentos da BM