Camisetas ‘FÉ’ ainda estão entre as mais vendidas em Passo Fundo

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De onde surgiu a estampa mais usada nos últimos tempos?

É impossível que você ainda não tenha visto alguém vestindo a estampa FÉ manuscrita em forma de cruz, no Centro de Passo Fundo, desde o final de 2018.

A estampa ganhou as ruas em vários itens de vestuário e tem gente até fazendo tatuagem com a escrita religiosa.

Já estamos em fevereiro de 2019 e roupas com o símbolo ainda podem ser encontradas em vitrines de lojas da cidade.

“Estava na parada da Tochetto sábado e contei quatro pessoas vestindo camisetas FÉ, vendedores ambulantes que estavam na praça também vestiam e vendiam. Eu perguntei pra um deles de onde surgiu essa moda e ele não soube explicar, mas disse que estava vendendo bem. Ele tinha de todas as cores. ’’ disse a ouvinte Ivoni da Silva à reportagem da Planalto News.

Paulista garante ter criado a estampa
Não foi só na região sul do país que a camiseta viralizou. O jornal baiano Correio também pesquisou a respeito da origem da estampa após inúmeras pessoas surgirem vestindo a peça em outros estados brasileiros.

A paulista Kelli Maria Gasques, dona e diretora de arte da grife gospel Ruah Moda Cristã, garante que criou a estampa e foi a primeira a lançá-la no mercado, em 9 de agosto de 2018. A camiseta foi parte da coleção Amor Maior, e pode ser comprada online, pelo site da marca por R$ 69,90. Ela diz também não ter recebido reconhecimento nem royalties pela reprodução, que, segundo ela, copiou tudo menos o acento agudo em forma de coração sobre a letra e.

“O desenho foi inspirado em uma peça de uma marca americana onde se escrevia a palavra Jesus em forma de uma cruz. Daí desenvolvemos fé em formato de cruz”, revela a empresária  que nasceu em Santa Fé do Sul, interior de São Paulo, e mora em Campinas, no mesmo estado.


A peça no site da Ruah (Foto: Divulgação)

O técnico de enfermagem baiano Luciano Júnior tatuou o símbolo no braço. (Foto: Arquivo pessoal)

 

Na redação da Rádio Planalto News também teve gente que aderiu à moda:

“Comprei na praia para usar no final de ano, quando vi, todo mundo estava usando também.’’ disse o repórter policial Bruno Reinehr.

Da redação, Gabriela Soldá.

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