Julgamento do caso padre Eduardo Pegoraro segue na tarde desta quarta-feira

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Réu se disse fora de si e arrependido

Jairo Paulinho Colling, 46 anos, acusado de tentativa de homicídio contra a ex-companheira Patrícia Haunss e de assassinar o padre Eduardo Pegoraro em maio de 2015 está sendo julgado, na Câmara de Vereadores de Tapera (RS). 
Os crimes ocorreram na casa paroquial. O réu alegou no julgamento que estava fora de si e não lembra de quantos tiros disparou. Afirmou que se arrependeu do fato. 

Vítima Patrícia: "Foi um milagre eu ter sobrevivido"

Patrícia Haunss, ex-companheira de Jairo Paulinho Kolling, foi ouvida no julgamento. Ela afirmou que sofreu agressão com um tapa na véspera diante de um ciúme doentio. A vítima destacou que tinha uma amizade com o padre Eduardo Pegoraro, pois ela dava aula para os seminaristas.
Patrícia disse que não sabia que o marido estava armado. Não houve diálogo com o padre na data do crime. O réu chutou a porta e disparou duas vezes contra o sacerdote e depois contra ela. A vítima afirmou que ouviu cinco tiros. 
Após atingida, ela procurou socorro na Igreja. "Foi um milagre eu ter sobrevido", afirmou.
A vítima, que tem dois filhos com o acusado, disse que não teve mais contato com ele e que hoje tem outro companheiro.

Assistente de acusação da vítima Patrícia, advogado Ivan Batista falou a poucos instantes.

Ele disse que o crime foi cometido por motivo fútil: "Uma mensagem corriqueira".
"Se qualquer ciúme merecesse tiro, seria um Deus nos acuda."


A reportagem da Rádio Planalto News FM 92.1 acompanha todos os detalhes da sessão do júri em Tapera, com os repórteres Luiz Carlos Carvalho, Bruno Reinehr e diretor adjunto Padre Ladir Casagrande. 

Acompanhe AO VIVO todos os detalhes do julgamento CLIQUE AQUI.


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