Briga entre cães em condomínio acaba na Justiça

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A regra de convivência pacífica em todos os condomínios requer o cumprimento de regras e o mesmo vale para quem tem animais. Uma briga entre os animais, quando dois deles atingiram e machucaram outro acabou levando os donos para uma disputa judicial.

O fato aconteceu em um condomínio de São Paulo. Tudo aconteceu em um edifício de luxo da Vila Leopoldina, zona oeste da capital, no espaço do condomínio destinado ao lazer dos animais ali residentes, um “cachorródromo” batizado de Dogwalk.

De acordo com a ação judicial, a vítima é um cachorro da raça american bully chamado Blue, que apesar de um jeitão de pitbull, dada sua robustez e cara feia, é “absolutamente manso e carinhoso”, segundo seus representantes humanos na ação judicial. Contam eles que Blue estava no cachorródromo quando chegaram ali outros dois cães, estes “sem raça definida”, chamados Henry e July, “extremamente bravos, possuindo, inclusive, histórico de agressão a outros cães no condomínio”, segundo o texto. Sem motivo, os dois partiram para a ignorância.  Sem jeito para brigas, Blue nem teria conseguido reagir, tornando-se, assim, presa fácil dos ex-cães de rua.

O cão acabou com alguns ferimentos e precisou ser submetido a uma cirurgia em uma das patas, intervenção que custou aos donos um valor em torno de R$ 9.000, incluindo os remédios, segundo a ação.

Os representantes da vítima afirmam que isso só aconteceu porque o dono desses dois cães “sem raça definida” não respeitou as regras do Dogwalk, que são claras. O local é dividido em duas partes. Na primeira, os animais dóceis podem brincar ali livremente.

Além das despesas veterinárias, a dona de Blue, a advogada Valéria Patrícia Miranda Marques, pede que a Justiça condene o dono dos vira-latas ao pagamento de R$ 10 mil pelo dano permanente no animal –valor que o cachorro teria custado– e outros R$ 40 mil por danos morais.



Fonte: Folha Press

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