Há 15 anos, morria Leonel Brizola

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Nesta sexta-feira, 21 de junho, são lembrados os 15 anos da morte do ex-governador Leonel de Moura Brizola.  O gaúcho nascido em Carazinho teve sua formação na Engenharia Civil e foi um dos grandes líderes políticos, tendo fundado o Partido Democrático Trabalhista (PDT).

Brizola foi governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, sendo o único político eleito pelo povo para administrar dois estados.

Sua vida começou no interior, até se transferir para Porto Alegre em 1936. Enquanto buscava sua formação, trabalhou de engraxate, graxeiro, ascensorista e servidor público. Gradou em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O primeiro contato com a política ocorreu ainda na juventude no Partido Trabalhista Brasileiro. Em um dos eventos, conheceu Neusa Goulart, irmã de João Goulart, com quem se casou e teve três filhos.

Em 1947 teve a sua primeira eleição, escolhido para deputado estadual pelo PTB. Mais tarde, foi eleito prefeito de Porto Alegre, antecedendo sua escolha para governador gaúcho em 1958. Então, comandou a Campanha da Legalidade, em defesa da democracia e da posse de João Goulart para presidente.

Durante o governo de Goulart, esse e Brizola mantiveram uma relação tumultuada, mas uniram-se novamente antes de 1964 Depois que suas propostas de resistência não foram bem-sucedidas, Brizola exilou-se no Uruguai, onde ficou até 1979.

Voltou e elegeu-se governador do estado do Rio de Janeiro. Concorreu à presidência da República pelo PDT, que havia fundado, e disputou vaga ao segundo turno com Lula, tendo sido derrotado. Mais tarde, Fernando Collor se elegeu presidente. Naquele ano, Brizola fez um ato de campanha para uma multidão no Parque da Gare em Passo Fundo.

Em 1998, ainda concorreu como vice de Lula e elegeu-se senador pelo Rio de Janeiro em 2002. 

Brizola faleceu em 2004, vítima de um infarto agudo de miocárdio, tendo sido sepultado em São Borja (RS).


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