Associação dos Fiscais Estaduais Agropecuários se manifesta sobre abatedouro interditado

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A Associação dos Fiscais Estaduais Agropecuários do Rio Grande do Sul (Afagro) se manifestou na programação da Rádio Planalto News, de Passo Fundo, sobre o estabelecimento que foi interditado pelo Serviço de Inspeção Municipal (SIM). A reportagem esteve no local realizando vídeo sobre o quadro verificado.

Ângela Antunes, da direção da Associação dos Fiscais Agropecuários do Rio Grande do Sul - AFAGRO – foi entrevistada por João Altair no programa Na Ordem do Dia.

Segundo a AFAGRO, após solicitação do Ministério Público, a fiscalização agropecuária estadual, em conjunto com a Brigada Militar, verificou que o abatedouro continuava em funcionamento, mesmo interditado, por isso apreendeu e inutilizou 1.300 quilos de carne imprópria para o consumo proveniente de abate clandestino. A ação no local ocorreu na quinta-feira (8/8).

A Afagro, assim, fez os seguintes esclarecimentos a respeito da atuação do serviço:

– Os fiscais estaduais agropecuários são responsáveis pela inspeção e fiscalização de todos os produtos de origem animal e vegetal, nas lavouras, nas estradas, nas fronteiras e nas indústrias;

– Por meio de um trabalho isento de interesses, os fiscais estaduais agropecuários têm a responsabilidade de garantir que os alimentos cheguem à mesa dos consumidores com qualidade e sanidade;

– Vale ressaltar que os estabelecimentos registrados no serviço estadual são interditados ou suspensos apenas quando há riscos ao consumidor, sendo que correções são solicitadas previamente, antes de qualquer interdição, o que em geral ocorre também nos serviços municipais, como o de Passo Fundo;

– A atividade de fiscalização, solicitada pelo MP, ocorreu porque o estabelecimento descumpriu a interdição do SIM e estava funcionando, de forma irregular, abatendo, portanto, animais, sem qualquer acompanhamento de médico veterinário e de controle sanitário. É importante frisar que há diversas doenças que são transmitidas dos animais para homem, como tuberculose, brucelose, cisticercose, entre outras, que são identificadas pela fiscalização, durante o abate, o que não estava acontecendo nesta agroindústria.


ACOMPANHE A ENTREVISTA CONCEDIDA NA PLANALTO NEWS (áudio)

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