BM de Passo Fundo e região recebe treinamento para utilização de drones em operações

Compartilhe

Nesta quinta-feira, 12, aconteceu, na sede do 3º Batalhão de Polícia de Choque (3º BPChoque) de Passo Fundo, um curso de Piloto Remoto, com drones, direcionado as unidades da Brigada Militar de Passo Fundo e região.

O dia de instrução é ministrado por Wesley Santos, especialista.

O comandante do 3º BPChoque, major Navarro, falou ao vivo na programação da Rádio Planalto News Fm 92.1, e destacou mais sobre o evento. Navarro comentou que o curso é de extrema importância, pois, cada vez mais, o objetivo da segurança pública é se aperfeiçoar e o drone auxiliará o efetivo entrar em locais de difícil acesso.

Participam da instrução, efetivo do 3º Regimento de Polícia Montada (3º RPMon), de Passo Fundo, 13 Batalhão de Polícia Militar (13 BPM) de Erechim, 38 BPM Carazinho, 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar de Passo Fundo (3º BABM) e 1º Batalhão Rodoviário da Brigada Militar (1º BRBM) de Passo Fundo.

Pela parte da manhã, o curso teórico será no auditório do 3º BPChoque. Na tarde, se não estiver chovendo, o curso prático será na sede do 3º BPChoque, caso chova, será na Efrica ou na Árena BS BiOS.

Hoje, existem regras para a condução de um drone: A ANAC criou regras para as operações civis de aeronaves não tripuladas, também conhecidas como drones.

O Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial da ANAC é complementar às normas de operação de drones estabelecidas pelo Departamento de Controle do Espaço Aério (DCEA) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).

Pelo regulamento da ANAC, aeromodelos são as aeronaves não tripuladas remotamente pilotadas usadas para recreação e lazer e as aeronaves remotamente pilotadas (RPA) são as aeronaves não tripuladas utilizadas para outros fins como experimentais, comerciais ou institucionais.

Os dois tipos (aeromodelos e RPA) só podem ser operados em áreas com no mínimo 30 metros horizontais de distância das pessoas não anuentes ou não envolvidas com a operação e cada piloto remoto só poderá operar um equipamento por vez.

Para operar um aeromodelo, as normas da ANAC são bem simples! Basta respeitar a distância-limite de terceiros e observar as regras do DECEA e da ANATEL. Aeromodelos com peso máximo de decolagem (incluindo-se o peso do equipamento, de sua bateria e de eventual carga) de até 250 gramas não precisam ser cadastrados junto à ANAC. Os aeromodelos operados em linha de visada visual até 400 pés acima do nível do solo devem ser cadastrados e, nesses casos, o piloto remoto do aeromodelo deverá possuir licença e habilitação. Leia mais sobre Aeromodelismo.

O detentor de um Certificado de Aeronavegabilidade Especial de RPA – CAER, ou aquele com quem for compartilhada sua aeronave, é considerado apto pela ANAC a realizar voos recreativos e não recreativos no Brasil, com aeronave não tripulada cujo projeto está aprovado, em conformidade com os regulamentos aplicáveis da ANAC, em especial o distanciamento de 30 metros laterais de pessoas não anuentes e a necessidade de se realizar avaliação de risco operacional, dentre outras. É responsabilidade do operador tomar as providências necessárias para a operação segura da aeronave, assim como conhecer e cumprir os regulamentos do DECEA, da Anatel, e de outras autoridades competentes.

Pilotos remotos de aeronaves remotamente pilotadas classes 1 ou 2, ou que pretendam voar acima de 400 pés acima do nível do solo, precisam possuir licença e habilitação válida emitida pela ANAC.

* ANAC

O repórter policial da Rádio Planalto News, Bruno Reinehr, acompanha o treinamento.

 

 

Leia Também BM realiza mais uma prisão por descumprimento de prisão domiciliar nesta segunda-feira Carro sai de pista na ERS 324 entre Passo Fundo e Marau Ladrões atacam agência do Sicredi e fazem reféns em Itati Obras da DDPA, novo presídio e recomposição do efetivo policial na pauta de Passo Fundo para o governo estadual