Disparada do petróleo: maior cotação desde a Guerra do Golfo

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Os ataques do fim de semana contra instalações de duas refinarias na Arábia Saudita, provocaram uma disparada no preço do petróleo nesta segunda-feira (16).

Às 6h30, no horário de Brasília, o barril de Brent registrava alta de 9,52% na comparação com sexta-feira (13), sendo negociado a US$ 65,97 em Londres. Nos Estados Unidos, o barril subiu 8,71%, negociado a US$ 59,63.

Na abertura do mercado, a cotação do barril disparou 19,5% em Londres, chegando a US$ 71,95. Trata-se da maior alta desde 14 de janeiro de 1991, durante a guerra do Golfo. Nos EUA, o barril chegou a subir 15,5%, atingindo US$ 63,3, maior alta desde 22 de junho de 1998.

Os preços registraram queda ao longo do dia após o presidente norte-americano Donald Trump autorizar o uso de estoques de emergência de seu país para assegurar a estabilidade do suprimento.

Sobre o ataque, os Estados Unidos indicaram que o Irã seria o responsável, alegando que não há evidências de que eles partiram do Iêmen. O Irã, por sua vez, negou envolvimento nos ataques.


Foto: Reuters


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