Produtores de leite foram atendidos em pleito sobre células bacterianas

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As portarias 76 e 77, estavam excluindo os produtores de leite cuja média trimestral do produto entregue na indústria ficasse acima das 300 mil unidades formadoras de colônia por mililitro. A regra causou preocupação aos produtores. O Sindilat (Sindicato das Indústrias de Leite), em parceria com a Fetag e outras entidades, conseguiram fazer com que o Ministério da Agricultura fizesse uma revisão. Na semana passada foi editada uma nova portaria que leva em conta a contagem do último mês e não da média dos últimos três meses.

Darlan Palharini, secretário executivo do Sindilat, disse que a nova medida veio trazer justiça levando em conta somente o mês de outubro e não a média de agosto, setembro e outubro, porque mostra que o produtor já estava adaptado às novas exigências. “As portarias 76 e 77 são importantes para qualificar cada vez mais a produção, mas não podem excluir o produtor”, disse ele.

Ao falar sobre o mercado, o executivo disse que está esperançoso de que 2020 será um marco para mudar a dependência do mercado interno. A recente visita da ministra da agricultura Teresa Cristina, resultou na abertura do mercado do leite para a China. O Rio Grande do Sul já tem empresas como a Italac de Passo Fundo, a Lactalis e a CCGL habilitadas para exportação de leite em pó. “O mercado externo muitas vezes não remunera muito, mas é importante para absorver estoque e evitar a queda de preço”, disse Palharini.

Final de ano, não é o melhor período para o preço do leite. Férias nas escolas e calor, reduzem o consumo.

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