O amor é cego

Postado por: Júlio César de Medeiro

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Esperava eu dentro do fusca, estacionado em uma praça, quando da calçada escuto uma voz de criança:

- Mãe! Mãe! Olha mãe! Um "futa"! Que lindo!

A mãe, que levava o gurizinho pela mão, sorrindo lhe respondeu:

- É mesmo meu filho! É um fusca lindo! E o motorista também! Olha só!

Claro que a criança era meu filho e sua mãe, minha mulher.

Eles que fazem valer aquele ditado de que o amor é cego, tanto pelo "futa" quanto pelo motorista.

 

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