Paróquia São Cristóvão espera evolução da pandemia para definição sobre festa do Padroeiro

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Foto: Arquivo rdplanalto.com   Foto: Arquivo rdplanalto.com 

Uma das mais tradicionais e maiores festas religiosas de Passo Fundo ainda não tem definição sobre a sua realização ou não neste ano. A festa do colono e motorista, que acontece sempre no final do mês de julho na Paróquia São Cristóvão depende do comportamento da pandemia para definir se irá ou não acontecer.

Conforme o pároco, padre Vanderlei Bervian, ainda é difícil fazer uma previsão sobre o acontecimento, ou não da festa. “Tudo depende da evolução do coronavírus e da política de isolamento que estamos vivendo. Se fosse hoje seria bem limitado. O próprio poder público iria impor sanções rígidas e que são importantes serem respeitadas”.

Ciente das dificuldades, a comunidade paroquial está atenta ao andamento da pandemia para poder tomar uma decisão sobre o assunto. “A nossa esperança é que até o final de julho as coisas estejam bem melhores e, conforme a evolução, iremos nos organizando. O conselho paroquial está analisando e acompanhando para saber como nos articular”, salienta o padre Vanderlei.

A festa do colono e do motorista é marcada pela grande procissão motorizadas, onde motos, carros, caminhões e carretas passam em frente à paróquia para receber a benção dos sacerdotes. Além disso, celebrações ao longo do dia, almoço e matiné também acontecem nas dependências da paróquia.

O padre Vanderlei ainda explica que não foi estabelecida uma data limite para definição sobre a festa. “A parte da procissão não exige muita preparação, só sendo necessária a liberação da via. Mas, quanto à parte festiva, essa exige uma preparação anterior.  Nós ainda achamos um pouco precipitado para tomarmos uma decisão agora”, finaliza o pároco.

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