O Brasil errou o protocolo de tratamento do COVID-19?

Postado por: Clovis Oliboni Alves

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Estamos vivendo dias de incertezas, pânico e disputas políticas de poder, jamais vistas em toda a história de nosso País. O Brasil foi atingido pela pandemia da COVID-19, agravada pela disputa política interna. Desde os primeiros casos de contaminação, as polêmicas e disputas políticas já começaram a ser evidenciadas. A Suprema Corte brasileira (STF) colaborou para que a “bagunça” e insegurança jurídica fosse instaurada em nossa República, dando autonomia de ação e gestão da pandemia, para estados e municípios. O protocolo para o tratamento da doença foi outra novela, pois pelo simples fato de ter sido anunciado pelo Presidente da República, como um medicamento eficaz, a Hidroxicloroquina, foi rechaçada veementemente por opositores e até mesmo por boa parte da comunidade médica. O tempo tem sido revelador da verdade, onde ações como a construção de hospitais de campanha, a compra desesperada de respiradores e o isolamento total da sociedade, já não são mais vistos como a salvação para um colapso no sistema de saúde.

Os brasileiros estão assistindo atônitos aos acontecimentos da pandemia no Brasil. A grande mídia tem colaborado para espalhar pânico e desinformação. Estamos todos amedrontados, trancados em casa, alguns com medo, outros coagidos por força de decretos estaduais e municipais. No início, os gestores afoitos, lançaram ordens arbitrárias, sem nenhuma preocupação com as conseqüências e muito menos evidências, que garantissem base científica à suas determinações. Os governadores e prefeitos do Brasil sentiram-se como “Deuses”, poderosos, seres superiores com a determinação do STF, que lhes deu esta “Carta Branca” para agirem diante da pandemia. No início foi só festa, igual criança com brinquedo novo: isolamento horizontal, fechamento de praças, de praias, do comércio, decretando toque de recolher e assim por diante. Mas com o passar do tempo, estes gestores começaram a sofrer as conseqüências destas ações. Muitos gestores estão sendo presos por ações fraudulentas na compra de equipamentos, por desvios de verbas e assim por diante... Os estados e municípios estão sofrendo com a conseqüente crise econômica causada pelo isolamento. Os sistemas de saúde que já eram precários ficaram em evidência negativa e entraram em colapso, além de milhares de mortes que não foram evitadas, em muitos casos por erros de protocolos. O pedido de socorro ao Governo Federal foi eminente, que além da ajuda financeira aos estados e municípios, está se esforçando para manter a ajuda financeira individual aos brasileiros, com o auxílio emergencial de R$ 600,00 mensais, para todos aqueles que não possuem renda.

Ao anunciar que o Brasil possuía um medicamento eficaz no tratamento da COVID-19, o presidente Bolsonaro, criou uma rejeição latente de opositores e de muitos profissionais da área da saúde, que também não são simpatizantes ao presidente. Este foi um dos grandes erros dos gestores e de muitos profissionais da área da saúde, pois diante de uma doença nova, com alto índice de viralidade como tem sido constatado, onde a comprovação científica de uma vacina, ou medicamento, ainda não foi possível, não havia tempo para discussões e disputas políticas ideológicas. O estado do Pará, no início da pandemia, foi um dos primeiros estados a sofrer um colapso no sistema de saúde, porém, os profissionais de saúde daquele estado, juntamente com o governo, foram ágeis e éticos na abordagem aos protocolos de atendimento dos infectados, agindo de forma eficaz no tratamento preventivo da doença e dos primeiros sintomas. Seguindo as orientações do Ministério da Saúde, foram ministrados a Hidroxicloroquina, Azitromicina e Ivermectina, onde os medicamentos foram receitados já nos primeiros sintomas (Fase 01), obtendo resultados excelentes, sem precisar internar ou entubar pacientes. Da mesma forma, temos o bom exemplo da prefeitura de Porto Feliz, município do estado de São Paulo, com aproximadamente 55 mil habitantes, onde o prefeito Dr. Cássio Hobice Prado, foi um dos pioneiros nas ações de controle e combate ao Coronavirus. A prefeitura de Porto Feliz foi pioneira no uso de máscaras, álcool gel, uso de barreiras de controle na entrada da cidade, desinfecção das vias públicas, isolamento vertical e uso de um Kit de medicamentos para o tratamento preventivo, que custa menos de R$ 40,00, contendo: Hidroxicloroquina, Azitromicina, Celecoxibe e Metoclopramida. O Dr. Cássio, também faz um tratamento preventivo com pessoas contactantes, que tiveram contatos com infectados, utilizando-se da Ivermectina, um antiparasitório, que tem se demonstrado extremamente eficaz no tratamento preventivo. Os profissionais da área de saúde do município de Porto Feliz receberam o kit com os medicamentos para uso preventivo, sendo entorno de 500 profissionais, segundo o prefeito, sendo que em nenhum dos casos houve a posterior contaminação. O prefeito salienta que apenas em dois casos, que coincidentemente recusaram-se a tomar o medicamento, houve a contaminação. Os resultados obtidos pelo Dr. Cássio em Porto Feliz são exemplo para o Brasil e o Mundo, embora não haja comprovações científicas dos medicamentos no tratamento da COVID-19, os resultados práticos são eficazes, pois lá, os índices de hospitalização de contaminados são baixíssimos.

Os exemplos positivos no Brasil são inúmeros, aqui muito próximo de Passo Fundo, temos um belo exemplo vindo da cidade de Carazinho, e, assim como estes, podemos citar muitos outros. O fato é que diante de uma pandemia, de uma doença nova, sem vacina ou medicamentos testados cientificamente a sua eficácia, precisamos sim dar credibilidade aos exemplos práticos, ao conhecimento empírico e a experiência de centenas de profissionais da área médica e científica, que desde o início, recomendaram o uso controlado da Hidroxicloroquina no tratamento da doença. Diante da vida ou da morte de um paciente, o profissional de saúde tem a obrigação de no mínimo, dar uma chance de vida a quem estiver acometido por este terrível vírus.

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