Nitrato: especialista fala à Planalto News se existe temor de explosão em adubos

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A explosão ocorrida no Líbano, nessa terça-feira, deixou mais de 100 mortos e 4 mil feridos. Ainda há fumaça saindo do local da explosão, segundo a Associated Press. As principais ruas do centro da cidade amanheceram cheias de escombros, com as fachadas dos edifícios destruídas e veículos danificados.

Imagens de drone mostram que a explosão atingiu silos de trigo que ficavam no porto. Estimativas iniciais indicam que cerca de 85% dos grãos do país, que são majoritariamente importados, estavam armazenados nos armazéns que foram destruídos.

No Rio Grande do Sul, o nitrato de amônio circula pelos portos de Rio Grande e Porto Alegre. A carga, normalmente, vem da Estônia. Apenas neste ano, a Capital já recebeu 18 mil toneladas do produto, que é descarregado e pesado para, em seguida, rumar de caminhão para uma indústria misturadora em Canoas.

O assunto foi tratado na programação da Rádio Planalto News (92.1). Segundo o agrônomo da Agrist, Edson Trentin, não existe o que temer em relação ao adubo que chega ao Rio Grande do Sul, em termos de explosões. Os cuidados específicos não foram adotados no Líbano.


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