Mesmo na distância, Fundação Lucas Araújo mantém vínculos com crianças e adolescentes atendidos

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Desde março, quando a maioria das atividades presenciais realizadas em escolas, entidades e instituições foram suspensas, o Lar da Menina Pe. Paulo Farina, mantido pela Fundação Beneficente Lucas Araújo, tem buscado alternativas para manter o contato e as ações assistenciais as crianças e adolescentes atendidas. Num esforço coletivo da equipe, os vínculos são mantidos e, mesmo distantes fisicamente, todos se mantêm por perto.

De acordo com Camila Botesini, Assistente Social do Lar, a Entidade tem tomado todas as medidas necessárias para prevenir os riscos. Apesar da suspensão das atividades presenciais, a equipe tem feito um esforço para manter o contato com as meninas e com suas famílias, mantendo as ações do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. “Mantivemos o contato com as famílias das crianças e adolescentes que frequentam a Fundação e participam do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, com o objetivo de manter o vínculo, orientar e atender da melhor forma, mesmo nessa época de pandemia”, explica Camila.

Juntamente com a psicóloga, Jurema Bruschi e a coordenadora Pedagógica, Maristela dos Santos, elas se organizaram em turnos para garantir o atendimento presencial, quando necessário, mas priorizando o atendimento através de contato telefônico, mensagens ou rede social. “Dessa forma as famílias receberam orientações sobre o direito ao auxílio emergencial, encaminhamentos à rede socioassistencial quando necessário, além de serem repassados às famílias em situação de maior vulnerabilidade social alimentos, kits de higiene, roupas e cobertores, grande parte recebidos por meio de doações”, ressalta, destacando também a importância da participação da comunidade.

Para os atendimentos que precisam ser presenciais são disponibilizados materiais de higiene para proteção individual a fim de garantir a saúde dos trabalhadores e usuários. De acordo com o diretor da Fundação, Luiz Costella, o trabalho segue sendo feito com toda a dedicação e atenção, pensando sempre em manter o contato e as relações conquistadas. “Mesmo distantes fisicamente, nosso objetivo e função seguem os mesmos, por isso, estamos nos adaptando e buscando, dentro das nossas possibilidades, seguir com os atendimentos, com as orientações, com o cuidado com as meninas e suas famílias. Nossos esforços são para manter o contato e seguir nosso trabalho de assistência”, pontuou.

Foto: Caroline Simor

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