Sem oxigênio, Amazonas pede que Estados recebam 61 bebês

Compartilhe
Imagem ilustrativa/ Foto: Adobe Stock   Imagem ilustrativa/ Foto: Adobe Stock 

O governo do Amazonas pediu a outros Estados que recebam 61 bebês recém-nascidos devido ao desabastecimento de oxigênio no Estado após o colapso na Saúde causado pela alta de casos de covid-19.

O pedido, relatado pelo presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Carlos Lula, foi confirmado pela Reuters.

A Secretaria de Saúde do Amazonas confirmou o pedido, mas não entrou em detalhes sobre o número de crianças que serão de fato transferidas e disse que o pedido faz parte da solicitação feita na quinta-feira (14) para que demais locais recebam pacientes do Estado.

"A secretaria informa que os recém-nascidos serão transferidos a partir da autorização dos pais e serão acompanhados pelas mães", disse a secretaria amazonense em nota.


Governos de SP e MG ajudarão

Os governos de São Paulo e Minas Gerais já se prontificaram a ajudar o Amazonas durante o período crítico com o colapso no sistema de saúde.

Em nota, o governo de São Paulo afirmou que enviará respiradores ao Amazonas e que disponibilizará leitos para assistências aos bebês recém-nascidos em Manaus:

"Em solidariedade aos brasileiros do Amazonas, vamos enviar 40 respiradores produzidos pela USP e disponibilizar leitos na rede pública de SP para oferecer assistência aos pacientes, incluindo 60 bebês prematuros que lutam pela vida. São Paulo sempre estará ao lado dos brasileiros"

Já o governo de Minas afirmou que o Estado vai disponibilizar leitos de terapia intensiva pediátrica para atender as crianças do Amazonas. O governador Romeu Zema (Novo) afirmou ainda que o povo mineiro, “que já foi muito ajudado em momentos de dor”, se mostra solidário com a situação complicada no estado da região Norte.


R7

Leia Também Passo Fundo receberá mais 3.340 doses das vacinas contra a Covid-19 Cuidados redobrados no Oeste de SC: Chapecó registra mais de 4.400 casos ativos de coronavírus Prefeito de Frederico Westphalen abre sindicância para apurar desvio de protocolo de vacinação contra a Covid-19 Covid-19: taxa de ocupação de leitos é de 89,5% em Passo Fundo