Presidente e vice fazem questão de se imunizar com a vacina da Rússia na Argentina

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A vice-presidente argentina Cristina Kirchner recebeu a vacina russa Sputnik V contra a covid-19 nesse domingo (24), três dias depois que o presidente Alberto Fernández aplicou a primeira dose, ela mesma anunciou em seu Twitter.

“No Hospital Presidente Perón de Avellaneda (arredores de Buenos Aires), nos vacinando com a Sputnik V. Com isso, não estou apenas cuidando de mim, mas também dos outros. Obrigado ao pessoal de saúde pelo enorme esforço que estão tendo nesta pandemia”, escreveu Kirchner, de 67 anos, na rede social.

A vice-presidente também postou fotos do momento em que foi vacinada e do certificado que recebeu.

Até agora, a vacina russa começou a ser usada na América Latina e no leste europeu, incluindo na própria Rússia, que começou a imunização no ano passado com os testes ainda no início. Segundo os dados dos fabricantes russos, mais de 50 países ou já registraram ou estão em negociação pela Sputnik V — o que inclui o Brasil. A vacina é financiada pelo Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF), responsável pelas negociações de exportação com outros países, e desenvolvida pelo Instituto Gamaleya.

A mais recente aprovação veio na manhã desta quinta-feira, 21, quando a Hungria autorizou o uso emergencial da Sputnik V. O país se torna assim o primeiro membro da União Europeia a autorizar a vacina russa. Os Emirados Árabes Unidos (10% vacinados) são o segundo país no mundo com maior fatia da população vacina) também aprovaram a vacina nesta semana.

A mesma vacina pode ser adquirida pelo Rio Grande do Sul, no momento em que houver autorização por parte da Anvisa. Nesta terça-feira, o governador Eduardo Leite terá reunião com os representantes das farmacêuticas Pfizer e União Química, responsáveis pela produção.

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