Fundação Lucas Araújo já conta com energia solar

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Buscar a sustentabilidade da Entidade é um desafio e também um objetivo. Pensando nisso a direção da Fundação Beneficente Lucas Araújo colocou em prática o projeto para instalação de energia solar. O trabalho feito em parceria com a empresa Slaviero Energia Solar foi finalizado neste mês de fevereiro e já tem promovido redução de custos. As placas solares instaladas irão gerar energia limpa para o Lar da Menina Pe. Paulo Farina, para o setor administrativo, bem como para a ILPI São José e São João XXIII.

Segundo Luiz Costella, diretor da Fundação, ao conhecer o trabalho da empresa, uma conversa, a visualização de projetos já realizados e o melhor orçamento foram responsáveis pela concretização da parceria. Ele pontua também que parte do sistema foi financiado pelo Sicoob.

Costella relata que a instalação das placas e a efetivação do projeto de energia solar estavam nos objetivos da Entidade e que, mesmo com as dificuldades agravadas pela pandemia, vivida há quase 1 ano, foi possível colocar em prática. “Essa energia limpa representa muito para a Fundação. Representa uma economia que vai nos ajudar a manter as atividades e atendimentos, e representa também o nosso compromisso com os nossos objetivos, com a sociedade e com o meio ambiente”, relata.

A empresa Slaviero Energia Solar é especialista em projeto, instalação e manutenção de energia solar fotovoltaica. Solano Slaviero, responsável pela empresa, destaca são 240 módulos fotovoltaicos instalados em área de telhado, totalizando uma capacidade de geração de 84kWp. “Toda a obra levou cerca de uma semana para ser executada. Após instalado todo o sistema fotovoltaico ele é ligado à rede da RGE, funcionando em paralelo com a mesma”, explica.

Segundo ele, os impactos positivos são muitos, desde o retorno do investimento, que ocorrerá em menos de 4 anos, a constância de valores na conta, até a manutenção baixa. “A energia solar é uma fonte de energia limpa e renovável que tem crescido a nível mundial, e possui grande potencial no território brasileiro, só para se ter uma ideia, no local menos ensolarado do Brasil é possível gerar mais energia do que no local mais ensolarado da Alemanha, que é um dos líderes em energia fotovoltaica. Com os painéis, vamos evitar o envio de cerca de 13 toneladas de CO2 na atmosfera”, observa.

Solano ainda lembra que em 2021 o Brasil alcançou a marca de 500 mil unidades consumidoras de geração distribuída fotovoltaica, o que gerou mais de 233 mil novos empregos, mais de 11 bilhões em arrecadação de tributos e mais de 1 milhão de CO2 evitadas. “Esta é considerada a opção mais limpa e segura para levar eletricidade a comunidades mais isoladas e de difícil acesso e também é vista como a principal fonte a encabeçar a transição para uma economia 100% limpa e renovável, seguida da eólica, hidrelétrica e do gás natural”, frisa.

Foto: Divulgação

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