A magia do Festival de Folclore

Postado por: Dilerman Zanchet

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“E quando a magia da lona se vai
No peito da gente a saudade não sai
Com um nó na garganta e tristeza eu digo
Agradeço a visita amigo, vá com Deus e até mais.”

A frase do Rodrigo Cavalheiro em Gestos e Cores, a música oficial do Festival do Folclore de Passo Fundo, define a grandeza do espetáculo, independente dos costumes, idioma, cores, crenças ou outros aspectos que conseguem unir povos através da dança e da música, expressões maiores de um povo. Ou de vários povos. São diferentes no pensar e no agir, mas iguais na essência da paz. E o tema foi “A paz entre os povos”. Mas deixa saudades.

O Folclore, como o próprio nome já diz, é uma festa do povo. E quando pessoas de um extremo ao outro juntam-se para, através da música, da dança, do ritmo, fazerem uma união, pode-se dizer que o objetivo do Festival foi atingido. Às pessoas que possibilitaram este encontro, peço humildemente para que continuem neste caminho.

Já sabíamos que o festival de Passo Fundo era diferente de outros. A estrutura, o grupo de trabalho, a forma de organização interna e externa, a coreografia de entrada, etc. Para tudo isso tem que ter liderança, exaltada na figura ímpar do Paulo Dutra, e dos demais 160 voluntários. Nosso festival foi diferente mais uma vez. Estava estampada no rosto dos integrantes dos grupos a alegria e a emoção ao serem chamados ao palco. Estava no olhar de cada um a felicidade por estar ali fazendo o que gostam, o que queriam fazer, e com determinação, atitude, amor. Estavam ali especificamente pelo amor à arte. E fizeram. E bonito.

O XII Festival Internacional de Folclore de Passo Fundo terminou. Mas suas marcas ficarão para sempre, registradas na memória dos participantes que foram ao palco  e no encanto do público assistente.

Parabéns Passo Fundo por tão bem receber os grupos. Parabéns por ter um festival como este.  Obrigado Paulo Dutra, por nos deixar fazer parte deste mundo de arte e cultura.


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