Governo Tarso encerra com déficit superior a R$ 4 bilhões

Postado por: João Altair da Silva

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                                   O governo do Estado do Rio Grande do Sul,  encerrará o mandato atual de Tarso Genro, com um rombo de R$ 4,2 bilhões nas contas, acumulados nos quatro anos de mandato.  Somente em 2014 o déficit será de R$ 1,5 bilhão. Isso significa que gastou R$ 1,5 bilhão a mais do que os R$ 48 bilhões que deverá arrecadar até o final desse mês de dezembro.  Todos os últimos governos, exceto o de Yeda Crusius que conseguiu o déficit zero, entregaram os mandatos com dívidas. Eles não são gestores públicos preparados.  Se reduzissem secretarias, cargos de confiança,  gastança com coordenadorias desnecessárias, com viagens, não precisariam nem se esforçar para do outro lado aumentarem as receitas a fim de equilibrar as contas.

 

                                               Contas do governo federal no mesmo caminho

 

                               As contas do governo federal também não fecham.  O déficit em setembro foi de R$ 15 bilhões,  o maior desde a implantação do Plano Real  em 1994.  A gastança teve efeito já esperado logo após a eleição presidencial, ou seja, anúncio de corte nos gastos.  O ministro da economia, Guido Mantega anunciou cortes no seguro-desemprego, abonos e auxílio-doença. Se bem que é um contrassenso, desemprego menor e maior dispêndio com seguro desemprego.  Essa matemática está errada.

 

                                               Outubro tem o pior déficit comercial dos últimos 16 anos

 

                               O comércio exterior brasileiro registrou um déficit de US$ 1,177 bilhão em outubro, o pior para o mês desde 1988.  As exportações somaram US$ 18,330 bilhões e as importações US$ 19,507 bilhões.  No ano, o déficit acumulado atinge R$ 2 bilhões.  O Brasil é um país muito tímido nas negociações externas.  Gasta exageradamente com embaixadas em centenas de países mas não tem retorno.  Os aluguéis em muitos países custam em média R$ 70 mil/mês para os embaixadores brasileiros, no entanto,  o retorno é ineficiente.

 

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