De novo, o trevo da UPF

Postado por: Dilerman Zanchet

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A contar do ano passado, esta é a terceira vez que utilizo este espaço para comentar sobre o trevo de acesso à UPF. Ou, os trevos. O primeiro, junto ao posto da Polícia Rodoviária Federal, além de mal projetado, faz com que o congestionamento da rua secundária (aquela da Delegacia de Pronto Atendimento) chegue quase na Avenida Brasil em horários de pico. O outro é um “deusnosacuda”, diante dos fatos presenciados diariamente nos dois turnos de maior acesso à universidade.

Ao que parece, as autoridades municipais, estaduais ou federais não estão nem aí para as vítimas, já ocorridas, e às que estão por serem, diante dos fatos.

Na segunda-feira fui abalroado por um outro veículo, e estava parado, cumprindo a legislação de trânsito vigente, à espera da liberação do fluxo de veículos para atravessar a BR 285. Então naquele local é assim: Se você corre o bicho pega. Se parar o bicho come.  Sabem por quê? Pelo descaso das autoridades.

Recentemente, nos protestos ocorridos e motivados pela insatisfação em todo o país, quando caminhoneiros se mobilizaram contra os abusos do governo federal, ocorreu um movimento no polo de distribuição de combustíveis na cidade. Sabem quem estava lá, tentando reprimir a causa dos profissionais do volante A Polícia Rodoviária Federal. Isso mesmo: A mesma PRF, que alega não ter efetivo suficiente para patrulhar as BRs, estava num local em que não tem competência para agir, ou seja, num centro urbano.

Questionei uma autoridade policial sobre a legitimidade da PRF agir na área urbana. A resposta foi: Se houvesse um confronto, ou uma ação policial, a Polícia Rodoviária Federal não poderia agir. Teria que ser afastada do local. Pois bem: O que estavam fazendo lá?”

Retornando á BR 285. Na terça-feira, mais um acidente no horário de alto fluxo (entre 18h30min e 19h30min). Duas viaturas da PRF, com dois agentes, destinados a atender a ocorrência. O congestionamento que se formou ultrapassava dois quilômetros. E os dois atendendo à ocorrência, SEM lesões corporais. Motociclistas infringindo o Código de Trânsito “nas barbas” dos policiais e nenhuma atitude. Depois que os envolvidos foram retirados, as viaturas saíram em pista dupla do local, sem reorganizar o trânsito.

Meu Deus, a quem se deve recorrer para que não aconteçam mais acidentes e mortes naquele local??


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