O puxa-sacos

Postado por: Dilerman Zanchet

Compartilhe
Até há pouco tempo, quando o advento da internet não era tamanho, um determinado tipo de pessoas passava quase incólume no dia a dia das pessoas: o puxa-sacos.

Com a tecnologia da informação, porém, este biótipo surge com muita força, quase com naturalidade, e se destaca das pessoas, formando uma espécie de torcida organizada, amealhando curtidas no Facebook, compartilhando descaradamente as informações do seu “mestre/ídolo/patrão/preferido”. Chega a causar asco nas pessoas que pensam o contrário. Dificultam a formação de opinião sobre tal fato ou a detecção de um perfil mais adequado a cada tipo de pessoa.

Temos puxa-sacos em todos os lugares, em todas as redes sociais, em cada grupo que você participa. No clube de futebol, no clube social, no CTG (minha nossa) e na política.

Na política o puxa-sacos tem um papel inconfundível: basta estar o prefeito ou seu vereador preferido, ou então um outro que ostente um cargo público, e lá está o tal, a aplaudir, fazer fotos, pedir “selfie”, gritar o nome, etc. No Facebook, quando o “puxado” posta alguma coisa, dezenas, centenas de puxa-sacos estão ali para curtir, comentar, elogiar, etc. Esquecem que seu ídolo, eleito para tal, tem por obrigação ser honesto e ser eficiente em sua função. Puxar saco para quê? Ora, um cargo aqui, outro acolá, e estão os maiores puxa-sacos nos CCs. Seja no executivo ou no legislativo. Ou será que no judiciário também é assim?

Quantos puxa-sacos temos assim, em nossa empresa? Na prefeitura? Na câmara? Bah!!!!


Leia Também 33º Domingo do Tempo Comum. O Enart, de novo! A importância de ter uma recepcionista/secretária preparada em seu consultório. Feito é melhor que perfeito