Olá, grande plateia internauta!
Lamentavelmente, a Seleção Brasileira não vem apresentando um futebol exuberante. Longe disso. Um exemplo foi o mau desempenho diante do Chile, no empate por 2×2 diante do Chile, no Estádio Mineirão, nessa quarta-feira.
É bem visível que os jogadores não estão se dedicando como deveriam ao vestir a camisa canarinho. Quando se perde uma jogada, é natural que se corra atrás da recuperação. Não é o que se vê. Em termos de posicionamento, o time deixa muito a desejar.
Em compensação, prefiro acreditar que na Copa do Mundo será diferente. Lá, será possível o treinador Luiz Felipe Scolari reunir os seus jogadores, realizar treinamentos e estabelecer um padrão de jogo. No momento, o grupo se reúne na véspera, e começa a jogar. Ainda há um prejuízo, no contexto, de não ter que disputar as Eliminatórias. Perde-se no aspecto do conjunto e até no ranking da FIFA – prefiro nem olhá-lo, é injusto, com uma seleção que não participa de competições, como as demais.
Quando se aproximar a Copa, a Seleção estará no foco. Isso deverá tocar no íntimo dos atletas. Foi assim que o Felipão conseguiu preparar o seu elenco em 2002. A Seleção havia perdido até para a Honduras na Copa América.
Foi assim em 1994, quando pediam em todos os cantos a substituição do técnico Carlos Alberto Parreira. Todos criticavam incessantemente a Seleção Brasileira. Após, era muito fácil encontrar quem afirmasse: “boa era aquela Seleção”. Depois da vitória tudo é maravilhoso.
Todos somos sabedores que Alemanha, Itália, Espanha e até a Argentina estão em grande fase. Quem assegura que irão manter o ritmo?
Copa do Mundo é torneio. É uma outra história. Prefiro acreditar até o fim que o Brasil será hexacampeão em 2014. Sou crítico hoje, mas otimista para o que virá.
Até a próxima.