Na verdade são sete garçons que ganharam cargos de confiança graças a um ato secreto, receberam remunerações de até 14,6 mil reais e tiveram os salários aumentados por meio de promoções ao longo de 12 anos servindo o cafezinho dos senadores em plenário.
Conforme divulgado pelo jornal o Globo, sete garçons( três em atuação exclusiva no plenário e no cafezinho e quatro na copa por onde circulam os parlamentares) recebem remuneração entre 7,3 mil e 14,6 mil reais.
O José Antônio Paiva Torres, o Zezinho, dos 14,6 mil reais que constam no contracheque do garçon, 5,2 mil reais se referem a horas extras. Outro servidor com atuação exclusiva no plenário, Jonson Alves Moreira recebeu 7,3 mil reais para servir cafezinho.
Que sejam felizes o Zezinho e o Jonson e outros mais. O que nos deixa perplexos é a disparidade desse imenso Brasil. Enquanto milhares de pessoas trabalham de sol a sol dando um duro danado para receber alguns trocados, chega até ser um afronto contra a dignidade saber que pessoas somente por servir cafezinho aos nosso nobres deputados, ganham essa grana toda. Benesses e disparidades sociais ocasionadas por atos inconsequentes denominado de “ato secreto “usados para nomear parentes, amigos, criar cargos e aumentar salários no Senado Federal. espécie de diário oficial secreto no Senado. Transparências dos atos é o que se quer neste país, publicar os atos no “Diário Oficial”, como prevê a legislação, para não despertar suspeitas. Segundo constitucionalistas, isso fere o princípio da publicidade, previsto no artigo 37 da Constituição Federal.
Para horrorizar mais ainda a situação, tem garçon dublê de senador para parlamentar não discursar sozinho.
É uma barbada este senado é só alegria! Os trancos e barrancos fica com nós aqui fora.










