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Metalúrgicos não descartam paralisações

As rodadas de negociações que iniciaram no dia 25 de maio e encerram ontem, durante plenária estadual de avaliação em Porto Alegre, não avançaram e sem proposta considerada justa para ser apresentada em assembléia à categoria, a decisão dos dirigentes sindicais foi intensificar as mobilizações em portas de fábricas, já na próxima semana em todo o Estado. Eles não descartam o indicativo de paralisações em determinados turnos.

A categoria pleiteia um reajuste salarial de 10% e a redução da jornada de trabalho para  40 horas semanais, sem redução de salário, piso salarial indexado ao regional com valor de no mínimo 10% superior, elevando o valor para R$ 921,14, a partir de 1º de maio de 2013. Também o pagamento dos meses com 31 dias para os trabalhadores mensalistas e vale transporte a custo zero. Ainda auxílio estudante para os funcionários e dependentes, bem como liberação remunerada para o funcionário freqüentar os cursos profissionalizantes dos institutos federais, a obrigatoriedade do uso de alimentos saudáveis, livre de agrotóxicos, na elaboração dos alimentos oferecidos aos trabalhadores nos refeitórios das empresas.

.O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Passo Fundo,Ailton Araújo, comenta que as negociações nos últimos dias não tiveram êxito. “Os patrões demonstraram uma total desconsideração aos interesses dos seus funcionários, não querendo abrir mão de nada. Como não se avançou nas propostas, uma mobilização mais forte da categoria, com paralisações nas fábricas, com certeza vai ser necessária”, declarou Araújo.

As negociações que menos avançaram foram as com a patronal do setor de máquinas agrícolas.

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