Foi julgado na tarde desta terça-feira o agricultor Carlos Alexandre da Silva. Contra ele pesava a acusação de tentativa de homicídio contra um delegado e outros dois policiais civis, mediante o emprego de arma de fogo. O fato ocorreu no dia 02 de agosto de 2008, na rua Miguelzinho Lima, no loteamento Força e Luz, em Passo Fundo.
Na oportunidade, estava sendo feita uma diligência pelos policiais. O acusado durante a fase de audiências disse que não teve a intenção de acertar os policiais, tendo disparado para o alto. Estava escuro na oportunidade. No julgamento, ele preferiu não se manifestar, o que ficou a cargo do seu defensor, o advogado Roque Letti.
Assim, houve a desclassificação do crime, não cabendo a decisão aos jurados. O juiz Maurício Ramires, então, aplicou a condenação pelo porte ilegal de arma de fogo por três anos, no regime aberto. A pena, assim, foi substituída pela prestação de serviços comunitários e mais o pagamento de uma taxa de um salário mínimo.
Trabalhou na acusação o promotor Marcos Simões Petry.
A próxima sessão do Tribunal do Júri irá ocorrer na próxima terça-feira, em Passo Fundo.










