O estado do Rio Grande do Sul foi líder nacional durante 20 anos na doação de órgãos e agora ocupa 8º lugar.
O estado registrou queda de 33% nas taxas de doação de órgãos no primeiro trimestre de 2014. Durante 20 anos o RS ficou como líder nacional, é o oitavo, de acordo com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). A negativa de familiares de pessoas com morte cerebral é de 47%. No RS, a taxa de proibição foi de 45% em 2013, conforme dados da Secretaria Estadual da Saúde.
Para o diretor-presidente do Instituto de Cardiologia do RS, Ivo Nesralla, falta conscientização da população da importância do ato, pois algumas pessoas ainda têm dúvidas sobre o processo. “Quem atesta o óbito são neurologistas a partir de diversos exames e não a equipe de transplantes. Apenas depois do diagnóstico, da entrevista com a família para a autorização e de testes para saber sobre a compatibilidade e saúde dos órgãos é que a equipe de transplantes recebe o aviso”, destaca Nesralla.











