Grupo Planalto de comunicação

Em Passo Fundo é difícil…

– Trafegar pela Rua Paissandu, nos horários de entrada/saída de alunos da Eenav. Difícil você conseguir andar uma quadra em menos de 10 minutos. Os guardas de trânsito fogem do local.

– Atravessar a BR 285 nos horários de entrada/saída da UPF. Se não fores atropelado (em caso de pedestre) corre o risco de grave acidente pela velocidade desenvolvida por caminhões e veículos pesados.

– Dirigir pelas ruas bem asfaltadas da cidade, com alto fluxo de veículos, sem cair numa boca de lobo mal acabada. Sim, pois asfaltavam a via e não nivelaram o buraco do esgoto. Faltou verba do BIRD?

– Dirigir pelas vias centrais, com os semáforos no “modo econômico”. O valor pago à empresa de Santa Cruz, certamente, compensa a energia economizada com a falta dos temporizadores. Terceiro mundo é isso.

– Ver a quantidade absurda de espaços para carga e descarga na área central. Espaços, diga-se, que somente contentam a alguns. A propósito, estes mandam e desmandam na área central da cidade.

– Ver que ainda se discute se Passo Fundo precisa ou não de um corredor de ônibus para a Avenida Brasil, enquanto outras cidades do mesmo porte, tanto no Rio Grande do Sul como fora dele, estão anos à frente.

– Entender por que algumas autoridades insistem que Passo Fundo não é uma cidade violenta.

– Aceitamos sugestões de outros motivos que EM PASSO FUNDO É DIFÍCIL!

Facebook
Twitter
WhatsApp