A Justiça deve analisar, nos próximos dias, se o pai de Bernardo, Leandro Boldrini, pode responder ao processo em liberdade. O advogado de defesa dele, Jader Marques, nega a possibilidade de o médico ser o mentor intelectual do crime e afirma que a acusação não encontra amparo nas versões de Edelvânia e de Graciele.
No mês de junho, a Justiça negou um novo pedido de liberdade para Leandro Boldrini, no processo sobre o assassinato do filho. Segundo o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o defensor alegou “falta de requisitos para manter a prisão cautelar do acusado”, além de solicitar a transferência do processo da Comarca de Três Passos para Frederico Westphalen, onde o menino foi encontrado morto.
Segundo a polícia, Leandro Boldrini atuou no crime de homicídio e ocultação de cadáver como mentor, juntamente com Graciele. Ainda conforme a polícia, ele também auxiliou na compra do remédio em comprimidos, fornecendo a receita azul. Leandro e Graciele arquitetaram o plano, assim como a história para que tal crime ficasse impune, e contaram com a colaboração de Edelvania e Evandro.
Fonte: Luz e Alegria/FW











