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Caso Bernardo: madrasta queria que o menino morresse, diz ex-babá

A segunda audiência para ouvir testemunhas de acusação do Caso Bernardo foi realizada ontem, segunda-feira (08) e teve aproximadamente oito horas de duração. No total, sete pessoas foram ouvidas no Foro de Três Passos.

Dentre os depoimentos, o mais forte foi o da babá de Bernardo, Elaine Wendtz, que contou detalhes sobre a rotina na casa onde o menino vivia. Conforme a babá, brigas entre o casal, na frente do menino, eram frequentes.

Elaine disse que seguidamente Graciele alegava que Bernardo precisava ser internado. “Eles provocavam a criança para ela ficar tão nervosa a ponto de explodir”, contou a ex-babá. “Você é uma pessoa muito ruim, que não deveria mais viver” teria dito Graciele à Bernardo.

A secretária do consultório de Leandro Boldrini também prestou depoimento. Ela contou que logo que Bernardo desapareceu, o médico continuou sua rotina normal de trabalho e disse que a responsabilidade pela busca era da Polícia.

Também prestaram depoimento outra ex-babá, um casal de amigos que recebia Bernardo em sua casa, uma ex-professora, e uma secretária da escola onde o menino estudava. O juiz Marcos Luiz Agostini vai marcar as audiências para ouvir as testemunhas de defesa, logo que acabar de ouvir as de acusação. Somente depois dos 77 depoimentos é que serão marcadas as oitivas dos quatro réus.

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