A Agrotecno Leite disponibilizou, pelo segundo ano consecutivo, espaço para as agroindústrias familiares. Ao todo, são dez estandes concentrados no Centro de Eventos da Universidade de Passo Fundo, onde, desde o dia 23 de setembro, ocorre o evento. Uma grande variedade de produtos coloniais é ofertada pelos produtores no local, como embutidos, lácteos, panificados, doces e plantas medicinais.
“É uma experiência boa, além de ser uma maneira de divulgar nossos produtos, principalmente para o pessoal de Passo Fundo e região”, declarou a expositora Angélica Biffi, que está participando da feira pela segunda vez. Angélica e sua família moram na comunidade de Santa Gema, em Passo Fundo, e têm uma agroindústria de salames e derivados. Angélica destaca a boa receptividade do público da feira. “A venda está sendo boa, mas o melhor ainda é a divulgação do produto e da nossa marca, para uma venda posterior”, comemorou a agricultora.
Para Sérgio Kobelinski, do município de Santo Antônio do Palma, que participa da feira pela segunda vez, essa é uma boa oportunidade de ampliar os negócios. “Está sendo melhor do que no ano passado”, destacou o agricultor, que comercializa sucos e geleias da Agroindústria Irmãos Kobelinski. Já para Elisiane Klein, que está estreando na feira, da Agroindústria Delícias da Colônia, de Santo Antônio do Planalto, a expectativa está sendo correspondida. “Surgiu a oportunidade e nós aproveitamos. Está sendo bastante proveitoso, é uma experiência nova e estamos gostando”, finalizou.
O movimento de público foi grande, durante os três dias da feira. Delise Fátima da Rosa, que compareceu ao evento com uma excursão do município de Planalto, fez uma avaliação positiva. “A gente não conhecia, achei muito bom”, disse ela, carregando suas compras.
A edição de 2014 da Agrotecno Leite encerrou nessa quinta-feira, 25. O presidente da comissão organizadora, Ari Rosso, avaliou positivamente a feira, e disse que o público de 13 mil pessoas foi maior de que o do ano passado. A comercialização de máquinas atingiu R$ 2 milhões.
A edição do ano que vem deverá ocorrer na última semana de setembro.
Números
– público superior a 13 mil visitantes;
– mais de R$ 2 milhões em vendas de máquinas e implementos;
– mais de R$ 11 mil comercializados em artesanato;
– cerca de R$ 8 mil comercializados pelas agroindústrias familiares.











